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O Corvo Vascaíno, uma mascote com a honra do nome

Carlos Beto Abdalla 6 de agosto de 2021

Esse ensaio propõe lançar luz sobre a importância da pesquisa histórica do futebol brasileiro através dos símbolos construídos pelos jornais, em especial, as charges do Jornal dos Sports. As hipóteses aqui levantadas buscam entender e destacar o processo de profissionalização do futebol e de engajamento das classes populares no Vasco da Gama, entendendo como esse clube popular teve apagado dentro da torcida um símbolo que foi tão importante na construção imagética do futebol do Rio.

Pelas charges dos jornais cariocas, a mascote Dom Corvo I e Único perpassou a identidade vascaína e ultrapassou em vários sentidos a sociologia, a política e a economia das trocas simbólicas de uma rivalidade histórica como Vasco x Flamengo. Uma pesquisa muito importante nesse sentido é a de Flavio Mota de Lacerda Pessoa. Para PESSOA (2013), “as charges de Lorenzo Molas (1944 -1947) e Henrique de Sousa Filho (HENFIL) (1968-1972) chamam a atenção, a princípio, por terem sido publicadas no diário esportivo que alcançou maior popularidade no Rio de Janeiro e promoveu ao futebol carioca representações simbólicas de tradicionais clubes e torcidas do Rio de Janeiro. Essas representações foram produzidas em períodos da história política recente do país, marcados por duas ditaduras e responsáveis por transformações significativas na sociedade brasileira.” Podemos identificar nessa construção das mascotes cariocas, uma busca pela conquista das massas e de uma identidade popular, no limite, um identidade de nação ou brasileira.

O trabalho de Flávio Pessoa no entanto não mostra que entre Molas e Henfil, existiu um trabalho fundamental de um chargista e humorista carioca chamado Otelo Caçador, que substituiu o argentino Lorenzo Molas no Jornal dos Sports e que nos anos de 1947 e 48 movimentou o futebol carioca ao lançar sobre a Caravela vascaína, um Corvo. Essa charge determinou uma grande mudança simbólica e mística na cidade, inserindo animais como símbolos dos clubes, algo que ainda não existia no futebol do Rio de Janeiro.

Analisando símbolo e mística nessas construções, procuro abordar a busca pela popularização do Flamengo na década de 30 e o projeto de propaganda flamenguista que surge entre os intelectuais do Rio de Janeiro, sendo eles, Mário Filho, José Lins do Rego e Ary Barroso até a construção das mascotes do Henfil no fim da década de 60 e início de 70. A tese de Renato Soares Coutinho, intitulada: “Um Flamengo grande, um Brasil maior: O Clube de Regatas do Flamengo e o imaginário político nacionalista popular” é uma referência para entendermos como o clube da Gávea passou a ser o detentor da comunicação de massa sobre o futebol e como isso se perpetuou.

As imagens a seguir foram retiradas da tese de COUTINHO (2013) e mostram como a partir de 1936 com a chegada do presidente José Bastos Padilha, um projeto de propaganda nacionalista passou a ser feito no clube.  Nessa imagem vemos a assinatura do projeto de produção de um filme sobre o Flamengo em 1936.

Flamengo
Fonte: Reprodução

É importante lembrar que em outubro de 1936, Mário Filho, que já era colaborador do Jornal dos Sports, recebeu a ajuda dos amigos Roberto Marinho, o próprio José Bastos Padilha e Arnaldo Guinle para comprá-lo de Argemiro Bulcão.

Nessa imagem vemos um selo de campanha promovido pelo Jornal dos Sports em conjunto com O Globo onde crianças escreviam frases e associavam a palavra Brasil e Flamengo.

Flamengo
Fonte: Reprodução

Esse projeto flamenguista não poderia estar fora do campo de futebol, e claro, esse projeto era uma reação à popularidade do Club de Regatas Vasco da Gama, que além de movimentar os maiores públicos do futebol carioca desde o começo da década de 20, era também soberano no Remo, assim, sua popularidade também se dava desde os primeiros anos das regatas.

Em 1936 o Flamengo contrata três jogadores que funcionam como mitos fundadores desse novo Flamengo, são eles: Domingos da Guia, Leônidas da Silva e Fausto, todos campeões pelo Vasco em 1934, primeiro ano da profissionalização do futebol do Rio. É bom lembrar que no fim da década de 20 e começo de 30, vários concursos eram realizados por empresas para testar a popularidade das torcidas, em 1930, o jogador vascaíno Russinho foi eleito o jogador mais popular do Brasil no “Concurso Monroe”, com 2.900.649 votos. Como segundo mais querido, o jogador do Flamengo “Fortes”, com 2.048.483 votos. Na terceira colocação do concurso, ficou o jogador corinthiano “Filó”. A votação mostrou mais uma vez a força da torcida vascaína, que se afirmava como uma das mais influentes do Brasil na época e confirma como o projeto flamenguista visava absorver a popularidade vascaína.

O historiador João Malaia confirma isso em sua tese de História Econômica, intitulada: A Revolução Vascaína, o efeito da popularização do futebol pelo Vasco ainda em 1923 e diz:

“cada vitória vascaína viria acompanhada de muita festa e diversão até altas horas da madrugada, era o grito de uma torcida mesclada de membros da colônia portuguesa e membros das classes mais baixas, negros, mulatos ou brancos, impressionados com as oportunidades que os homens portugueses abriam a seus pares. Muita gente que não era da colônia portuguesa virou Vasco, como o pai de Domingos da Guia, vascaíno convicto. Aqueles que tanta dificuldade tinham em se fazer ouvir gritavam e bradavam as conquistas do Vasco como se fossem suas.” (MALAIA, p.293)

Curiosamente, o intelectual alemão Anatol Rosenfeld, diz em seu livro Negro, Macumba e futebol, que o negro que se identificava com o Vasco, fazia isso porque queria se sentir branco. Essa afirmação de Rosenfeld é reflexo do racismo intelectualóide que permeia a história do futebol e do Vasco, e a necessidade de estarmos vigilantes com essas construções.

Abaixo duas fotos, o primeiro do time campeão carioca de 1929, tendo Russinho em destaque com a criança.

CR Vasco da Gama – 1929 campeão carioca
Este time do Vasco faturou o Campeonato Carioca de 1929 de forma incontestável.
Em 23 jogos, ganhou 15, empatou sete e perdeu apenas um.
Foi tão fácil que na partida final o time da colina bateu o América por 5 a 0.
Em pé temos Tinoco, Brilhante, Itália, Jaguaré, Fausto e Mola;
agachados vemos Pascoal, Oitenta-e-Quatro, Russinho, Mário Mattos e Santana

Aqui o time do Vasco da Gama campeão carioca de 1934, com Fausto, Leônidas e Domingos da Guia. Jogadores que foram contratados em 1936 e serviriam ao projeto de propaganda e popularização do Flamengo de José Bastos Padilha, Mario Filho, Roberto Marinho, José Lins do Rego e Ary Barroso.

Vasco da Gama

O Jornal dos Sports contava com colunistas de todos os times, obviamente, os intelectuais rubro-negros são mais famosos e conhecidos também pelos trabalhos na música e na literatura, caso de Ary Barroso e José Lins do Rego. O representante da torcida vascaína era Álvaro do Nascimento, que utilizava o pseudônimo de Zé de São Januário e também era conhecido como Cascadura. Sua coluna se chamava Uma Pedrinha na Chuteira e esteve presente em várias décadas do jornal. Nesse recorte abaixo, Cascadura lembra de símbolos que marcaram época no Rio de Janeiro, nesse trecho destaco a citação dos “Dragões Negros”, esse grupo ficou famoso na década de 30 por reunir os intelectuais rubro-negros e formarem o projeto de propaganda do clube, eram vistos como uma sociedade secreta muito influente não só nos meios de comunicação, mas também nas Federações Esportivas do Rio.

vasco da gama

O surgimento do corvo é o pontapé para a criação dos outros mascotes no Rio de Janeiro

O Corvo aparece pela primeira vez em uma charge de Otelo Caçador que substituiria Lorenzo Molas na criação, existem alguns sites que contam essa história de maneira sucinta, o Ludopédio publicou um bom resumo há algumas semanas, de autoria do jornalista Gabriel de Oliveira Costa – (A história do Corvo).

Em 1947, Otelo iria estrear como chargista e quis fazer algo original em relação ao universo de mascotes criados por Lorenzo Molas. Apesar de, quando questionado sobre o porquê do Corvo, dizer que desenhou o pássaro apenas por ser um símbolo da sorte em Portugal. Tudo leva a crer que foi influenciado ou atendeu a um pedido do Cascadura, que era seu colega de redação no Jornal dos Sports. E por que podemos dizer isso?

Cascadura foi um grande entusiasta do Corvo como mascote vascaíno a partir de então. Após cuidar da imigração do Corvo português para o Brasil junto com Ciro Aranha, ele e sua esposa ficam responsáveis pelo cuidado da ave. O Corvo desde que surgiu nas charges de Otelo, passou a dar muita sorte ao Vasco em todos os esportes, futebol, remo e atletismo; o Vasco foi campeão invicto em 1947 e no ano seguinte o Vasco venceu o primeiro campeonato continental de futebol do mundo. O Sul-americano de Clubes Campeões, torneio embrionário da Libertadores e da Liga dos Campeões da Europa.

Abaixo a charge de 1947, a primeira charge de Otelo Caçador ao substituir Lorenzo Molas no Jornal dos Sports. Na charge a Caravela cruzmaltina enfrenta o Forte Botafogo e o Corvo aparece discretamente em um dos mastros.

Vasco da Gama

O Corvo causaria um grande alvoroço no futebol. Com as vitórias vascaínas e a chegada do Corvo em carne, penas e ossos, diretamente de Portugal, os outros clubes começam a reagir. O primeiro é Ary Barroso, que diante do azar encarnado em seu time, começa a usar a referência do urubu e da urucubaca para se contrapor à sorte do Corvo vascaíno. Nessa reportagem abaixo vemos a foto de Cascadura com o Corvo português e Ary Barroso e a caricatura de um urubu.

Em 12 de dezembro de 1947, Ary Barroso foi destaque no Globo Esportivo.

Flamengo

As charges a seguir são do Jornal dos Sports de 1947 e mostram como o Corvo mexeu com as estruturas dos adversários, e basicamente retratam aquilo que é muito forte nas torcidas de futebol: a mística. Reparem que na primeira charge o Popeye rouba o Corvo, acreditando que desaparecimento dele lhe traria sorte; na segunda charge, Zé de São Januário (Cascadura) é desenhado atrás do Almirante carregando a bandeira da Ordem do Corvo, torcida que foi idealizada por ele para ajudar o Vasco em várias causas sociais, incluindo a doação de livros e a construção de uma biblioteca infantil em São Januário; na terceira charge os outros mascotes buscam animais que possam combater o Corvo do Almirante.

Em 1948, o Corvo passará a ser retratado por Otelo com uma cartola. Nesse mesmo ano, Cascadura havia instituído em suas colunas do Jornal dos Sports o reinado de D. Corvo I e Único, onde a Ordem do Corvo era a expressão máxima de sua torcida. Essa matéria abaixo é do jornal O Globo, de outubro de 1948, ela é reflexo da popularidade do Corvo e mostra como os clubes se movimentaram para criar mascotes que lhe dessem a sorte do Vasco e alguma identificação. Não sabemos quem é o responsável por essa arte de O Globo, contudo, a nota é bem interessante.

Negro, macumba e futebol

Incrementando a mística futebolística carioca, o Corvo vascaíno é retratado por Otelo como nascido em Dakar, o corvo das charges seria então Senegalês, e por isso fala francês, em várias outras charges, as histórias envolvem o Corvo respondendo em francês algumas perguntas do Almirante. As charges eram o efeito do que se vivia no dia a dia do futebol carioca, o Corvo era um símbolo de sorte e proteção ao Vasco, por isso Otelo muitas vezes retratou o Corvo como um macumbeiro nato e encantador de serpentes, como podemos ver nessas duas charges.

Tudo isso, essa importância e popularidade que o Corvo e a Ordem do Corvo adquiriram, nos leva a refletir sobre o porquê de seu desaparecimento dentro da torcida do Vasco. Desde que comecei a pesquisar a história e a origem do Corvo, me impressionou e indignou como que uma entidade com sua importância e identificação com um dos períodos mais vitoriosos do clube pode ter sido apagado e desaparecido da mémoria da torcida vascaína. Já vi reportagens na grande mídia sobre o Biriba do Botafogo e seu surgimento em 1948 mas jamais vi algo relativo ao Corvo do Cascadura e do Vasco.

Ninguém nas redes sociais tinha ideia da existência da mascote até 2017, eu e alguns poucos vascaínos iniciamos uma pesquisa e campanha para seu resgate já em 2019. Algo que me deixou mais estupefato é que pesquisando em dicionários o sentido etimológico do nome Vasco, encontramos o significado Corvo, ou seja, o Vasco deixou desaparecer um símbolo que significa o próprio nome do clube. Uma sorte e referência simbólica que poucos clubes possuem e que foi esquecida e desprezada por mais de 50 anos, mas que parece começar a voltar.

O apagamento do corvo e a inversão da lógica por Henfil

Existem algumas hipóteses a serem trabalhadas mais a fundo sobre isso, o mais óbvio é que o presidente do Vasco, Antônio Rodrigo Tavares, emitiu nota proibindo os jornalistas de vincularem o Vasco ao Corvo e o uso do Corvo nos jogos já que sua fama estava se sobressaindo à dos jogadores. Isso de nada adiantou, o Corvo seguiu nos braços da torcida, mas esse fato já mostra que havia insatisfação de alguns dirigentes, não sabemos bem se quanto ao símbolo ou à popularidade da Ave.

Um ponto importante e que pode ser objeto de um texto futuro é a copa de 50. O Expresso da Vitória era a base daquela seleção e o Corvo de alguma maneira pode ter sido vinculado àquela derrota. Existem referências em 1949 que tratam do Corvo como mascote também daquela seleção. A derrota de 50 é sentida por todos os brasileiros, mas muito mais por aqueles que também são vascaínos. O Vasco e seus dirigentes, mais que quaisquer outros brasileiros, poderiam ter protegido aquela seleção do assédio que os jogadores sofreram antes da final. Quando estudamos essa tragédia do nosso futebol vemos que muitos eventos que antecederam a final parecem friamente calculados para produzir a tragédia que se seguiu, por exemplo, jornais com manchetes que antecipavam a vitória e desprezavam os uruguaios, fatos perturbadores para qualquer amante do futebol.

Paulo Perdigão em seu livro Anatomia de uma derrota, mostra que cada jogador daquela seleção justificou de maneira distinta a derrota para o Uruguai, mas há inegavelmente o fator externo como elemento comum nas declarações, seja o silêncio do Maracanã após o gol uruguaio, ou a falta de concentração e o oba-oba dos políticos e jornalistas antes da final. Barbosa colocou a culpa da derrota justamente nessa falta de privacidade, descanso e concentração antes da final. Políticos e jornalistas não deixaram os jogadores em paz antes da partida. Zizinho, craque do Flamengo naquela final, comentava que a decisão tinha se convertido antecipadamente numa celebração pro forma. São erros simbólicos crassos, cujas causas mais fundas são inseparáveis do conjunto de sintomas apontado, e cujas consequências imediatas são a perda da concentração e do tônus competitivo. (WISNIK, 2008)

São hipóteses a serem analisadas, o certo é que depois da morte do Corvo real em 1959, o Vasco entrou em um processo de vacas magras e fila de títulos. No final da década de 60, mais precisamente em 1968, o cartunista Henfil recria o mascote Urubu, lhe dá uma “repaginada mística” e que lembra muito o período do Corvo vascaíno. O personagem Urubu que era branco, passa a ser negro e também acompanhado da ave, produzindo assim, o mesmo duplo que havia entre o Almirante e Dom Corvo na década de 40. Outros detalhes importantes na charge abaixo é que o personagem Urubu, carrega uma cruz (vascaína?), define a ave como africana de Luanda, assim como era o Corvo de Dakar. Henfil ainda brinca com a capacidade de secar e “zicar” do Urubu, assim como era visto o Corvo por seus adversários.

Essas duas aves pretas, Corvo e Urubu, que já existiam no imaginário futebolístico do Rio na década de 40, passam a ter novos caminhos. O Corvo cai no esquecimento e o urubu criado por Henfil é alçado com um tratamento que inverte a sua gênese e lhe dá poderes místicos; além disso, a propaganda do clube e dos jornalistas fará do Urubu um símbolo de luta “anti-racista”, algo que está entronizado em todas as mídias oficiais que se busque informação. Essa informação não é verdadeira, já que está provado que a origem do urubu remonta a Ary Barroso e à falta de sorte do rubro-negro. Renegar o Corvo vascaíno é um erro simbólico crasso dos cruzmaltinos que, além de permitirem o apagamento de parte importante da memória de sua torcida e de sua popularidade,  permitem ao rival Urubu provar que “a propaganda é a alma do negócio” e uma mentira contada várias vezes se torna verdade.

Referências Bibliográficas

COUTINHO, Renato Soares. Um Flamengo grande, um Brasil maior: o Clube de Regatas do Flamengo e o imaginário político nacionalista popular (1933-1955)

PERDIGÃO, Paulo. Anatomia de uma derrota: 16 de julho de 1950 – Brasil x Uruguai. ed.revista e ampliada, Porto Alegre: L&PM. 2000

PESSOA, Flávio Mota Lacerda. Humor, Futebol, Política e Sociedade nas Charges do Jornal dos Sports: um estudo comparativo entre as obras de Lorenzo Molas (1944-1947) e Henfil (1968-1972), Rio de Janeiro. 2013

ROSENFELD, Anatol. Negro, Macumba e Futebol. S. Paulo: Perspectiva, 1993.

SANTOS, João Manuel Casquinha Malaia. Revolução Vascaína: a profissionalização do futebol e a inserção socioeconômica de negros e portugueses na cidade do Rio de Janeiro (1915-1934). São Paulo. 2010.

WISNIK, José Miguel. “A catastrophe”. In: WISNIK, José Miguel. Veneno remédio: o futebol e o Brasil. São Paulo: Companhia das Letras. 2008

Acervo digital da Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional. Nos jornais do Rio de Janeiro digitalizados (Jornal dos Sports, Globo Esportivo) no período de 1945 – 1955, 1968 – 1969 foram pesquisadas as seguintes palavras: Corvo, Urubu, Vasco, Flamengo, Mascote, Aves, Ary Barroso, Zé de São Januário, Henfil, Urubu, charges.

Acervo digital do jornal O Globo, no período de 1947-1950, foram pesquisadas as seguinte palavras: Corvo, Vasco, mascotes.

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C. Roberto M. B. Abdalla

Zagueiro/Líbero, cobrador de faltas e campeão de Futebol de Botão. Bacharel e Licenciado em História - UFG, Mestre em Letras e Linguística - Poéticas da Modernidade - UFG; Membro do GEPAF (Grupo de Estudos e Pesquisa Aplicados ao Futebol - UFG). Pesquisa a história do futebol carioca pelas Hemerotecas da vida, em especial a História do CRVG.

Como citar

ABDALLA, Carlos Beto. O Corvo Vascaíno, uma mascote com a honra do nome. Ludopédio, São Paulo, v. 146, n. 11, 2021.
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