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Protagonistas e coadjuvantes – um olhar para o desempenho de clubes no Campeonato Brasileiro da Série A (2010-2019)

Elcio Loureiro Cornelsen 17 de maio de 2021

Como é de conhecimento geral, o chamado Clube dos Treze, fundado em 11 de julho de 1987, oficialmente, era designado de “União dos Grandes Clubes do Futebol Brasileiro”. Entre os fundadores, figuravam os seguintes clubes: Clube Atlético Mineiro, Cruzeiro Esporte Clube, Sport Club Corinthians Paulista, Santos Futebol Clube, São Paulo Futebol Clube, Sociedade Esportiva Palmeiras, Botafogo de Futebol e Regatas, Clube de Regatas do Flamengo, Fluminense Football Club, Club de Regatas Vasco da Gama, Grêmio de Futebol Porto-alegrense, Sport Club Internacional, e Esporte Clube Bahia. Tais agremiações se juntaram para defender interesses comuns no processo de negociação de direitos de transmissão junto a emissoras de rádio e de televisão, além de se tornar fórum de discussão e de negociação com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) quanto ao formato dos campeonatos nacionais.

Clubes dos 13
Agremiações fundadoras do Clube dos Treze

Entretanto, neste artigo não é objeto de reflexão a história do Clube dos Treze, e nem o fato de ele ter sido ampliado posteriormente, integrando mais clubes. O que enfocamos é essa designação de “Grandes Clubes do Futebol Brasileiro”. Segundo consta, esses clubes fundadores eram, em 1987, os 13 melhores colocados no ranking da CBF. De lá para cá, muita coisa mudou. Hoje em dia, parece que tal designação não reflete mais, plenamente, esse status de ser “grande”, reivindicado pelos clubes. E isso parece ser um fenômeno do futebol mundial. Diante dessa constatação, decidimos traçar algumas conjecturas sobre a presença de clubes na Série A do Campeonato Brasileiro, não mais a partir da categoria de “grande”, mas sim de “protagonista” e de “coadjuvante”. Entendemos que, com isso, não se mensura o desempenho de um clube no principal torneio do futebol brasileiro pelo tamanho de seu patrimônio físico e simbólico, ou mesmo pelo tamanho de sua torcida, mas sim pelo desempenho técnico que se materializa em conquistas e em melhores colocações nas edições disputadas.

Em termos metodológicos, decidimos avaliar o desempenho dos 10 primeiros clubes colocados nas edições da Série A do Campeonato Brasileiro, nas temporadas de 2010 a 2019, tendo por base o “Raio X dos pontos corridos”, publicado pelo site do canal SporTV como uma Biografia dos pontos corridos – Brasileirão Série A. Agrupamos os clubes por Estados da Federação, conforme apontam os gráficos a seguir, iniciando pelos Estados com maior número de clubes que disputam, regularmente, a Série A:

Gráfico
Desempenho de clubes do Estado de São Paulo na Série A (2010-2019) [elaboração própria]

Em maior ou menor grau, o gráfico acima evidencia o protagonismo de quatro clubes do Estado de São Paulo, todos co-fundadores do Clube dos Treze. Dois deles se sagraram campeões brasileiros da Série A entre 2010 e 2019: o Sport Club Corinthians Paulista em 2011, 2015 e 2017; a Sociedade Esportiva Palmeiras em 2016 e 2018. Outros dois foram vice-campeões: o São Paulo Futebol Clube em 2014 e o Santos Futebol Clube em 2016 e 2019. Nota-se, também, que, com exceção do Palmeiras, que esteve ausente das 10 primeiras posições do Campeonato Brasileiro em quatro temporadas (2011, 2012, 2013 e 2014) e foi rebaixado para a Série B (2012), as demais equipes não conheceram período tão longo de ausência das primeiras colocações, sendo que o São Paulo esteve ausente das 10 primeiras colocações em apenas uma temporada (2017), assim como o Corinthians (2018). Neste aspecto, cabe destacar o protagonismo do Santos, que sempre esteve entre os 10 clubes melhores colocados, entre 2010 e 2019.

Embora desconsiderados para efeito de elaboração do gráfico acima, cabe ressaltar que outros quatro clubes do Estado de São Paulo disputaram a Série A do Campeonato Brasileiro entre 2010 e 2019: o Guarani Futebol Clube em 2010 (18º), o Grêmio Desportivo Prudente em 2010 (20º), a Associação Atlética Ponte Preta em 2012 (12º), 2013 (19º), 2015 (11º), 2016 (8º) e 2017 (19º), e a Associação Portuguesa de Desportos em 2012 (16º) e, respectivamente, 2013 (17º).

Se comparado o desempenho dos clubes da cidade do Rio de Janeiro, igualmente co-fundadores do Clube dos Treze, com o desempenho dos clubes do Estado de São Paulo, nota-se a perda de protagonismo, na competição, de dois clubes tradicionais: o Clube de Regatas Vasco da Gama e o Botafogo de Futebol e Regatas.

Gráfico
Desempenho de clubes do Estado do Rio de Janeiro na série A (2010-2019) [elaboração própria]

Enquanto o Vasco esteve apenas por três vezes (2011, 2012 e 2016) entre os 10 primeiros colocados do Campeonato Brasileiro da Série A no período 2010-2019, os demais clubes apresentaram desempenho superior: o Botafogo esteve entre os 10 primeiros colocados em sete temporadas, seguido do Flamengo, em seis temporadas, e do Fluminense, em cinco temporadas. E nota-se também que o Fluminense iniciou bem a última década, tendo se sagrado campeão nas temporadas 2010 e 2012, mas, além de não ter ficado entre os 10 primeiros na temporada 2013, também apresentou desempenho aquém em cinco temporadas seguidas, de 2015 a 2019. Algo inverso ocorreu com o Flamengo, que iniciou mal a última década, esteve ausente das 10 primeiras colocações do Campeonato Brasileiro da Série A em quatro temporadas (2010, 2012, 2013 e 2015), mas recuperou-se a partir de 2016 e conquistou o título em 2019. Os números evidenciam o protagonismo do Fluminense na primeira metade da década, passando a coadjuvante na segunda metade, desempenho inverso ao do Flamengo. Já Botafogo e Vasco coadjuvaram a competição, sem maiores perspectivas de disputar o título, embora o Vasco tenha se sagrado vice-campeão na temporada 2011 e o Botafogo tenha ficado em 4º lugar na temporada 2013. Além disso, Botafogo e Vasco foram rebaixados para a Série B: o Vasco em 2013 e 2015, e o Botafogo em 2014.

Por sua vez, o gráfico a seguir ilustra o desempenho de três clubes de Minas Gerais: o América Futebol Clube, o Clube Atlético Mineiro e o Cruzeiro Esporte Clube, tendo sido os dois últimos co-fundadores do Clube dos Treze:

Gráfico
Desempenho de clubes do Estado de Minas Gerais na Série A (2010-2019) [elaboração própria]

Embora esteja presente apenas na legenda do gráfico acima, o América disputou três edições do Campeonato Brasileiro da Série A (2011, 2016 e 2018), tendo sido rebaixado para a Série B, o que evidencia sua posição de coadjuvante, sem reais condições de disputa de título ou de classificação para os torneios continentais (Taça Libertadores da América e Copa Sul-Americana) a partir do desempenho na Série A. O gráfico nos permite concluir que houve um equilibro entre Atlético e Cruzeiro quanto à colocação dos dois clubes entre os 10 primeiros da Série A entre 2010 e 2019: sete vezes para cada um, o que evidencia seu protagonismo na competição, no referido período. O Cruzeiro também atingiu o auge nas temporadas 2013 e 2014, quando se sagrou campeão. Todavia, conheceu o rebaixamento para a Série B em 2019, onde ainda se mantém. O Atlético também esteve próximo da conquista do título por duas vezes, nas temporadas 2012 e 2015, quando se sagrou vice-campeão da competição.

Outro Estado de grande destaque no cenário do futebol brasileiro e sul-americano é o Rio Grande do Sul, representado pelo Grêmio de Futebol Porto-alegrense e pelo Sport Club Internacional:

Gráfico
Desempenho de clubes do Estado do Rio Grande do Sul na Série A (2010-2019) [elaboração própria]

O gráfico acima evidencia uma ligeira superioridade do Grêmio no período enfocado, que esteve entre os 10 clubes melhores colocados no Campeonato Brasileiro da Série A em nove edições, enquanto o Internacional figurou em sete edições e foi rebaixado para a Série B em 2016. Entretanto, o desempenho de ambos os clubes revela seu protagonismo na competição, com o Grêmio entre o 2º e o 4º colocado em sete edições e o Internacional, entre o 3º e o 5º em quatro edições. Não é por acaso que Grêmio e Internacional disputem a Taça Libertadores da América com tanta regularidade, projetando o futebol do Rio Grande do Sul na principal competição continental.

Outro Estado da Região Sul do país que se destaca por seu futebol é o Paraná, sobretudo pela atuação de dois clubes: o Coritiba Football Club e o Club Athletico Paranaense. Ambos os clubes passaram a integrar o Clube dos Treze em 1997 e, respectivamente, 1999. Todavia, não obstante a grandeza desses clubes, é inegável o protagonismo do Athletico Paranaense, quando se avalia seu desempenho no Campeonato Brasileiro da Série A no período de 2010 a 2019, distinto do desempenho do Coritiba:

Gráfico
Desempenho de clubes do Estado do Paraná na Série A (2010-2019) [elaboração própria]

Em sete edições disputadas entre 2010 e 2019, o Athletico Paranaense esteve entre os 10 melhores colocados da competição, enquanto o Coritiba ficou em 8º lugar apenas na edição 2011 e foi rebaixado para a Série B na edição de 2017. O Athletico Paranaense também foi rebaixado para a Série B em 2011. Destaca-se também o fato de o Athletico Paranaense, em quatro edições, ter ocupado posições entre o 3º e o 6º lugar. Embora não apareça nem no gráfico, nem na legenda, o Paraná Clube disputou a Série A em 2018, ocupando a 20ª colocação.

Mais um Estado que se destaca no cenário futebolístico brasileiro é o Ceará, sobretudo pelo desempenho de duas equipes no âmbito regional: o Ceará e o Fortaleza, times que, originalmente, não integraram o Clube dos Treze. Todavia, o desempenho desses clubes na Série A do Campeonato Brasileiro demonstra que ambos assumiram papel de coadjuvantes nas edições de 2010 a 2019, conforme ilustra o gráfico a seguir:

Gráfico
Desempenho de clubes do Estado do Ceará na Série A (2010-2019)[elaboração própria]

O Fortaleza, praticamente, esteve ausente da Série A, pois atuou na Série B do Campeonato Brasileiro de 2010 a 2018, ano em que subiu para a Série A. Na edição de 2019, o clube ocupou o 9º lugar, a única colocação de um clube do Estado do Ceará entre os 10 primeiros. Já o Ceará disputou a Série A em 2010 e 2011, ano em que foi rebaixado para a Série B, retornando apenas em 2018, quando terminou a competição em 15º lugar. Na edição seguinte, manteve-se na Série A ao atingir o 16º lugar. Portanto, em quatro edições disputadas na Série A entre 2010 e 2019, o Ceará ocupou posições na segunda metade da tabela de classificação.

Desempenho semelhante nas edições da Série A do Campeonato Brasileiro, disputadas entre 2010 e 2019, pode ser notado em relação a clubes do Estado da Bahia. Conforme o gráfico abaixo, apenas o Esporte Clube Vitória ocupou uma posição entre os 10 primeiros colocados na edição de 2013, o 5º lugar, o que demonstra que tanto o Esporte Club Bahia quanto o Vitória desempenharam papel de coadjuvantes na competição:

Gráfico
Desempenho de clubes do Estado da Bahia na Série A (2010-2019) [elaboração própria]

Todavia, diferindo de Ceará e de Fortaleza, ambos os clubes baianos pertenceram ao Clube dos Treze, inclusive, o Bahia foi seu co-fundador, e o Vitória tornou-se membro em 1999. Enquanto o Bahia contou com sete participações na Série A do Campeonato Brasileiro entre 2010 e 2019 (2011, 2012, 2013, 2014, 2017, 2018 e 2019), o Vitória participou de seis edições (2010, 2013, 2014, 2016, 2017 e 2018). Com exceção da colocação na edição de 2013, indicada no gráfico, o Vitória ocupou posições na segunda metade da tabela de classificação, entre 12º e o 19º lugar. O Bahia também teve desempenho semelhante, entre 11º e 18º lugar. Vale destacar que, não obstante o papel de coadjuvantes desempenhado por essas equipes, apenas uma edição não contou com a presença de um desses clubes: a edição de 2015. E Bahia e Vitória estiveram, juntos, em quatro edições: 2013, 2014, 2017 e 2018.

Outro Estado da Região Nordeste do país que se destaca por seu futebol é o Pernambuco. Entre 2010 e 2019, três clubes disputaram a Série A: o Clube Náutico Capibaribe nas edições de 2012 (12ª) e 2013 (20º); o Santa Cruz Futebol Clube na edição de 2016 (19º); o Sport Club do Recife nas edições de 2012 (17º), 2014 (11º), 2015 (6º), 2016 (14º), 2017 (15º), e 2018 (18º).

Gráfico
Desempenho de clubes do Estado do Pernambuco na Série A (2010-2019) [elaboração própria]

Dentre os três clubes do Estado do Pernambuco, o Sport é aquele que apresentou melhor desempenho, pois participou em seis edições, enquanto o Náutico participou em apenas duas edições, e o Santa Cruz em apenas uma, na qual terminou em 19º lugar e foi rebaixado para a Série B. Além disso, o Sport foi o único dos três clubes que ficou entre os 10 primeiros na edição de 2015, ocupando o 6º lugar. E apenas o Sport, originalmente, integrou o Clube dos Treze a partir de 1997.

Outro fenômeno interessante de se observar com relação à Série A do Campeonato Brasileiro é a participação de clubes do Estado de Santa Catarina, no período de 2010 a 2019. Ao todo, cinco clubes disputaram a competição: Avaí Futebol Clube, Associação Chapecoense de Futebol, Criciúma Esporte Clube, Figueirense Futebol Clube e Joinville Esporte Clube. O gráfico a seguir nos permite visualizar o desempenho de apenas dois clubes que se classificaram entre os 10 primeiros colocados: o Figueirense na temporada 2011 (7º lugar) e a Chapecoense em 2017 (8º lugar):

gráfico
Desempenho de clubes do Estado de Santa Catarina na Série A (2010-2019) [elaboração própria]

Embora seja nítido o papel desempenhado pelos clubes de Santa Catarina como coadjuvantes da Série A do Campeonato Brasileiro, salta aos olhos a presença de clubes catarinenses em todas as edições de 2010 a 2019:

2010: Avaí (15º)

2011: Avaí (20º) e Figueirense (7º)

2012: Figueirense (20º)

2013: Criciúma (14º)

2014: Chapecoense (15º), Criciúma (20º) e Figueirense (13º)

2015: Avaí (17º), Chapecoense (14º), Figueirense (16º) e Joinville (20º)

2016: Chapecoense (11º) e Figueirense (18º)

2017: Avaí (18º) e Chapecoense (8º)

2018: Chapecoense (14º)

2019: Avaí (20º) e Chapecoense (19º)

A temporada de 2015 foi o ápice da presença de clubes catarinenses no Campeonato, com 04 agremiações: o Avaí (17º), a Chapecoense (14º), o Figueirense (16º) e o Joinville (20º). Constata-se também que o Joinville disputou apenas uma edição, em 2015 (20º), e o Criciúma esteve presente em apenas duas edições, em 2013 (14º) e, respectivamente, em 2014 (20º). Já os outros três clubes tiveram maior presença na Série A: foram cinco participações do Avaí, em 2010 (15º), 2011 (20º), 2015 (17º), 2017 (18º) e 2019 (20º), mesmo número de participações do Figueirense, em 2011 (7º), 2012 (20º), 2014 (13º), 2015 (16º) e 2016 (18º). Nota-se que, das cinco edições da Série A que disputou entre 2010 e 2019, o Avaí terminou na zona de rebaixamento em quatro edições, tendo sido lanterna da competição em 2011 e em 2019. O Figueirense teve um desempenho um pouco melhor, pois, das cinco edições da Série A que disputou no mesmo período, terminou na zona de rebaixamento em duas edições, tendo sido lanterna da competição em 2012. Já a Chapecoense foi o clube catarinense com melhor desempenho, por ter participado de seis edições, em 2014 (15º), 2015 (14º), 2016 (11º), 2017 (8º), 2018 (14º) e 2019 (19º). A Chap terminou na zona de rebaixamento em apenas uma edição, a de 2019, demonstrando uma continuidade do trabalho entre 2014 e 2018 para manutenção na Série A. Para protagonizar a competição, é importante que clubes, primeiramente, desenvolvam estratégias de permanência, sobretudo de gestão e de investimento.

Por fim, cabe enfocar a participação de clubes do Estado de Goiás na Série A do Campeonato Brasileiro entre 2010 e 2019. Conforme o gráfico abaixo, apenas o Goiás esteve entre os 10 melhores colocados na competição, nas temporadas 2013 (6º) e, respectivamente, 2019 (10º):

gráfico
Desempenho de clubes do Estado Goiás na Série A (2010-2019) [elaboração própria]

Entre 2010 e 2019, o Atlético Clube Goianiense e o Goiás Esporte Clube estiveram ausentes em duas edições da Série A do Campeonato Brasileiro: em 2016 e 2018. No referido período, o Atlético disputou quatro edições: 2010 (16º), 2011 (13º), 2012 (19º) e 2017 (20º); o Goiás disputou cinco edições: 2010 (19º), 2013 (6º), 2014 (12º), 2015 (19º) e 2019 (10º). Nota-se que ambos os clubes desempenharam papel de coadjuvante no certame.

Por fim, cabe ressaltar que este breve estudo orientou-se pelas categorias de “protagonista” e, respectivamente, de “coadjuvante”, oriundas da tipificação de personagens no âmbito da Literatura, do Teatro e do Cinema. Enquanto o “coadjuvante” é considerado uma personagem secundária, mas que auxilia no desenvolvimento da história, o “protagonista” é a personagem mais bem desenvolvida na história, e tudo transcorre ao seu redor. Aplicadas ao âmbito do futebol, tais categorias nos fornecem a possibilidade de entendermos o desempenho dos clubes, não como algo de caráter essencialista (por exemplo, de ser grande), mas como algo que sofre variações. Se tomarmos as 13 agremiações que fundaram o Clube dos Treze, apenas três desempenharam papel de coadjuvantes nas edições do Campeonato Brasileiro da Série A entre 2010 e 2019: O Botafogo de Futebol e Regadas, o Club de Regatas Vasco da Gama e o Esporte Clube Bahia. Inegavelmente, haveria outra questão a ser relevada num estudo mais aprofundado: o que garante o protagonismo de dado clube, e que condições podem levá-lo a se tornar coadjuvante?

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Elcio Loureiro Cornelsen

Coordenador do FULIA - Núcleo de Estudos sobre Futebol, Linguagem e Artes, da UFMG.

Como citar

CORNELSEN, Elcio Loureiro. Protagonistas e coadjuvantes – um olhar para o desempenho de clubes no Campeonato Brasileiro da Série A (2010-2019). Ludopédio, São Paulo, v. 143, n. 30, 2021.
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