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Mesa 6 – Racismo e Antirracismo

4º Simpósio Internacional de Estudos sobre Futebol

A proposta é não só oferecer o que de melhor tem sido produzido por pesquisadores no Brasil e no exterior sobre a temática, mas também as experiências daqueles(as) que vivenciaram o esporte por dentro, como atletas, e através da cobertura de eventos esportivos, como jornalistas. O combate ao racismo e o movimento antirracista na contemporaneidade são outros pontos de suma importância a serem estimulados nesse debate. 

Para fechar o Simpósio com chave de ouro, o público acompanhou um excelente e profundo debate sobre o racismo enraizado na sociedade e, consequentemente, no futebol. Estiveram presentes na mesa Marcelo Carvalho, Claudia Jacobs, Ricardo Pinto e Aranha, com mediação de Marcel Tonini.

🔸 Idealizador do Observatório da Discriminação Racial no Futebol, Marcelo Carvalho destacou uma quebra do silenciamento na modalidade, com o aumento das denúncias de racismo no meio. Só em 2022, já são 69 casos. 

🔸A jornalista Claudia Jacobs e o historiados Ricardo Pinto pontuaram como o futebol é reflexo da sociedade e como a estrutura racista se mantém intacta. Eles ressaltaram os estádios como locais permissivos à prática racista e criticaram a atuação dos clubes contra a temática, se reduzindo ao mero marketing. 

🔸 E para finalizar, o ex-jogador Aranha trouxe seu depoimento sobre o assunto, destacando o ambiente propício para a manifestação racista, que se instala no futebol, e  que o problema do racismo ainda é invisibilizado, dificultando o seu combate. 

Ricardo Pinto dos Santos Historiador, é especialista em História do Esporte e do Lazer, violência e racismo.

Claudia Silva Jacobs Jornalista, foi diretora de comunicação da Riotur e organizadora das coletivas de imprensa nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016.

Marcel Tonini Cientista social, é especialista em História Oral, Relações Étnico-raciais e História dos negros no futebol.

Marcelo Carvalho Idealizador e diretor executivo do Observatório da Discriminação Racial no Futebol, fundado em 2014.

Mário Lúcio Duarte Costa (Aranha) Ex-goleiro, Escritor, Palestrante, Ativista Contra a Discriminação Racial, Premiado pelo Direitos Humanos, Coordenador Futebol Mogi Mirim E.C.

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Questões raciais e de gênero

II Jornada ReNEme

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Programação:

– Júlia Belas Trindade (St. Mary’s University) – Como o Brasil conta a história de mulheres negras no futebol

– Natália Suellen Pereira da Silva (Universidade Fernando Pessoa) – Contribuição à construção de uma história oral do jornalismo esportivo luso-brasileiro através da história de mulheres negras observando os aspectos da interseccionalidade

– Lídia Ramires (UFAL) – “Deixa Ela Trabalhar”: jornalismo esportivo e gênero

– Mediação: Sandra de Deus (UFRGS)

Divulgar as pesquisas que estão sendo desenvolvidas por estudantes de mestrado e doutorado nordestinas/os em programas de pós-graduação que versam sobre futebol e outros esportes no campo da Comunicação, sendo altamente estimulados diálogos com outras áreas das humanidades. Esse é o objetivo da II Jornada nordestina de pós-graduandas/os em Comunicação e Futebol, que será realizada pela Rede Nordestina de Estudos em Esporte e Mídia (ReNEme) de 16 a 20 maio de 2022, com transmissão aqui, pelo canal do Ludopédio.

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O negro na formação da identidade do futebol brasileiro – Copa Além da Copa #48

Copa Além da Copa

Copa Além da Copa

O quadragésimo oitavo episódio de Copa Além da Copa fala sobre o negro na formação da identidade do futebol brasileiro. Carlos Massari e Aurélio Araújo recebem Marcelo Carvalho, do Observatório Racial no Futebol, e relembram toda a trajetória do negro desde os princípios do esporte bretão no Brasil, proibido de jogar mas criando suas formas de resistência, até o alcance da glória, com Pelé e Garrincha em 1958 – uma glória, claro, que fica longe de acabar com o racismo nos campos e arquibancadas.

Apresentação – Carlos Massari e Aurélio Araújo

Convidado especial – Marcelo Carvalho

Vinheta – Geisson Carlos

Edição – Carlos Massari

Trilha musical do episódio:

Umbabarauma – Jorge Ben

14 de Maio – Lazzo Matumbi

Um a Zero – Pixinguinha e Benedito Lacerda

Deixa Falar – Carmen Miranda

A Taça do Mundo é Nossa – Wagner Maugeri, Lauro Müller, Maugeri Sobrinho e Victor Dagô

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A diversidade de corpos negros no futebol

corpos negros no futebol

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Existe um corpo ideal para a prática esportiva? Uma forma física para ser chamada de saudável? Ou o que imaginamos como padrão carrega altas dose de gordofobia, xenofobia, lgbtfobia, racismo e sexismo?

No #PorOutroFutebol Antirracista deste mês, conversaremos com a Bárbara Mendes sobre os diversos corpos negros no esporte. Como dizem por aí: há muita diversidade entre nós! Quer conhecer a convidada?

Bárbara é psicóloga, doutoranda em Psicologia Social pela UFMG, pesquisadora no Grupo de Estudos sobre Futebol e Torcidas (GEFuT) e do Núcleo de Direitos Humanos e Cidadania LGBT (NUH).

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Trans masculinidades Negras no esporte

Trans Poroutrofutebol

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O programa #PorOutroFutebol abre a roda de conversa pra celebrar o lançamento do livro “Transmasculinidades Negras – Narrativas plurais em primeira pessoa”, organizado por Bruno Santana, Leonardo Peçanha e Vércio Conceição.

A live que vai ao ar nesta próxima segunda, a partir das 20h, recebe Bruno, poeta nordestino, pesquisador e transativista negro, e o multiartista, Tiely, o primeiro rapper transmasculino no país que também milita por meio da cultura e do esporte. A apresentação fica por conta de Leo Peçanha e Fidel Machado.

Saiba mais sobre a obra: “(…) O livro ‘Transmasculinidades Negras – Narrativas plurais em primeira pessoa’ mobiliza e problematiza duas categorias sociais centrais: a masculinidade e a negritude. As existências e as experiências transmasculinas são tomadas como referência para esta mobilização, trazendo discussões particulares ao amplo debate sobre gênero e masculinidades. Como ponto de partida, este livro traz o entendimento de que as transmasculinidades se configuram no contexto de masculinidades plurais. Por isso, os textos que estão aqui reunidos trazem reflexões acerca das transmasculinidades negras, a partir do ponto de vista dos autores, homens trans negros. Assim, essa temática é abordada através do olhar dos próprios sujeitos sociais que vivenciam cotidianamente a condição racial e de gênero que se diferencia das corporalidades transmasculinas brancas, como também das masculinidades cisgêneras, brancas ou negras. (…) Nesta produção, a pluralidade é vista como uma grande potência. Dessa forma, reunimos uma seleção de textos com diferentes gêneros acadêmicos e literários. Assim, as pessoas leitoras irão encontrar artigos que são frutos de pesquisas, como também narrativas memorialistas, poesias e histórias de vida, além de expressões artísticas-artivistas em forma de imagens e ilustrações. Assim, vemos emergir, ao longo do livro, diferentes olhares que surgem da diversidade de regionalidades, sexualidades, corporalidades e territorialidades, além de níveis distintos de escolaridade, o que torna essa produção-manifesto ainda mais potente. O fio que une e costura essas diversas escrevivências é o da experiência das transmasculinidades negras brasileiras.”

Bruno é licenciado em Educação Física pela Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), Pós-Graduando em Gênero, Diversidade e Direitos Humanos pela Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB). Professor, pesquisador, poeta, escritor, nordestino e transativista negro pelos coletivos De Transs pra Frente e Transbatukada. Um dos organizadores e autores do livro transmasculinidades negras brasileiras: narrativas plurais em primeira pessoa.

Tiely é multi-artista e cria da Zona Leste de São Paulo, considerado o primeiro HomemTrans do rap nacional e vem desde o início da sua carreira em 1989 colecionando importantes atuações nas artes em geral. De poeta a rapper, de escritor a historiador, de animador de festa infantil a ator de teatro, musical, novela e cineata, atuando como arte-educador a mais de 20 anos com crianças, jovens e adultos. Tiely além da área artística e da educação é praticante desde sempre de esportes como futebol, rugby, boxe entre outros; e toda essa miscelânea de vivências e experiências vem somando à sua trajetória de maneira intensa!

Como escritor, Tiely é responsável pela publicação de artigos, romances e poesias em blogs, sites, coletâneas e publicações acadêmicas. Nos anos 90 iniciou seus estudos e trabalhos como ator e fotógrafo em cursos públicos, atuando em vários projetos culturais, sociais e esportivos, buscando sempre trabalhar com pautas culturais, LGBTQI+, gênero e direitos.

Atualmente coordena o Ponto de Cultura Hip Hop Mulher , é gestor cultural na H2M , em 2019 apresentou o Programa de web-rádio (@programasouhiphop), lançou em 2021 seu primeiro livro físico de poesia erótica trans preta o ( @transcorpoetico ) pela Ciclo Contínuo Editorial, e vem produzindo novos trabalhos artísticos ao mesmo tempo que amplia suas pautas de luta em seus projetos, firmando parcerias, trazendo ainda mais relevância e legitimidade na busca por respeito às diferenças.”

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Feminismo Negro no Esporte

Feminismo negro

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A dupla Fidel Machado e Leonardo Peçanha recebe Dani Nunes (@daninunes.rj) e Ellen Scherrer (@ellenscherrer) pra discutir o tema da diversidade das mulheres negras cis e trans no universo do esporte.

Dani é um mulher trans negra moradora da Zona Oeste do município do Rio. Política, Turismóloga, atleta amadora de vôlei, ativista LGBTI+ Defensora dos Direitos Humanos, comunicadora popular, estudante de pós graduação nos curso de Gestão de Projetos e Programas Sociais e de Administração Esportiva.

Ellen é graduada em Educação Física, com Especialização em Pedagogia do Esporte e Psicologia do Esporte, membro do Grupo Interdisciplinar de Pesquisa em Esportes de Raquete. Mentora do Projeto Feminismo Negro no Esporte e Badminton em Rede e ex atleta de Handebol.

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Racismo e neonazismo no leste europeu – Copa Além da Copa #43

Copa Além da Copa

Copa Além da Copa

O quadragésimo terceiro episódio de Copa Além da Copa fala sobre racismo e neonazismo ligados ao esporte nos países do leste europeu. Carlos Massari e Aurélio Araújo comentam, a partir de diversos artigos e pesquisas acadêmicas, sobre o crescente domínio das ideologias de extrema-direita na região não apenas na preferência política, como também nas arquibancadas e na preferência de variados atletas em países como Polônia, Ucrânia, Croácia e Belarus.

Apresentação – Carlos Massari e Aurélio Araújo

Vinheta – Geisson Carlos

Edição – Carlos Massari

Trilha musical do episódio:

Concerto para orquestra II – Bartók Bela

Hei, Eslavos! – Valaam Singing Culture Institute

Prut – Grupul de Rezistenta

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Mulher negra latino-americana no futebol

Mulher negra latino-americana no futebol

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Em edição especial no Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, também comemorado o Dia de Tereza de Benguela, o #PorOutroFutebol debate o racismo contra as mulheres negras no futebol brasileiro. Como o preconceito racial atinge essas mulheres? Como são as intersecções de raça e gênero? E como transformar esse ambiente em um espaço inclusivo e acolhedor ?

Com apresentação de Júlia Belas e Natália Silva e participação de Natália Andrade.

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Ludopédio Educa – Futebol e racismo: uma introdução

Futebol e racismo

As inscrições para o quinto curso do #LudopédioEDUCA estão abertas até 08 de julho de 2021.

Com o propósito de expandir e enriquecer a divulgação científica de estudos sobre esporte, o Ludopédio apresenta o curso Futebol e racismo: uma introdução em um conjunto de três aulas online.

Em uma sociedade marcada por profundas desigualdades, é necessário o debate sobre relações étnico-raciais para compreender nossas contradições. A quem interessa pensar que foi diferente no futebol? 

O curso irá discutir como se expressa o racismo estrutural no futebol brasileiro, enquanto uma prática de distinção social, e os muitos mecanismos de exclusão criados para afastar pessoas e grupos considerados indesejáveis, com a intenção de segregar também racialmente. 

Este curso é o primeiro, uma introdução, de um ciclo de cursos que abordará personagens, eventos e períodos do longo processo de construção de uma estrutura racista e elitista do futebol brasileiro antes e depois de seu advento no Brasil. A proposta deste e dos próximos cursos é colocar em debate como questão racial é uma variável que explica a relação entre futebol e sociedade no Brasil, bem como para entender as várias formas de desigualdade, preconceito e discriminação ainda observadas dentro e fora do futebol em pleno século XXI.

Docentes

Marcelo Carvalho, Roberta Pereira da Silva, Marina de Mattos Dantas, Marcel Diego Tonini

Programa

Minicurso com 3 aulas de 2h (carga horária: 6 horas)

Aula 1 – 10/07/21 (10h às 12h)
Negros e racismo no futebol profissional praticado por homens no Brasil
Professor: Marcel Tonini

A primeira aula trará um histórico dos negros no futebol profissional praticado por homens no Brasil e, em sequência, abordará outros agentes desse universo (treinadores, árbitros, dirigentes e jornalistas), a fim de mostrar como ele se estrutura e estipula papéis e limites aos negros no futebol.

Aula 2 – 17/07/21 (10h às 12h)
Observatório da Discriminação Racial no Futebol: um mapa para pensar o racismo e o antirracismo
Professor: Marcelo Carvalho

A terceira aula trará reflexões e discussões a partir das pesquisas e levantamentos, realizados pelo Observatório da Discriminação Racial no Futebol, de casos e episódios recentes de racismo no futebol brasileiro.

Aula 3 – 24/07/21 (10h às 12h)
Categorias de base e relações étnico-raciais
Professoras: Roberta Pereira da Silva e Marina de Mattos Dantas

A segunda aula abordará as contribuições do serviço social e da psicologia para compreender e combater o racismo, tomando como ponto central as relações étnico-raciais que produzem subjetividade e estão na base de como se educa, produz-se e forma-se modos de vida marcados pela (re)produção do racismo e da violência de gênero no futebol jogado por homens.

Informações gerais

Inscrições: até 08 de julho de 2021
Início: 10 de julho de 2021
Duração: 3 aulas (10/07, 17/07, 24/07)
Dias: Sábados
Horário: 10h

Público Alvo: Graduandos(as) e pós-graduandos(as) das áreas de Ciências Sociais, História, Psicologia, Serviço Social, Geografia, Comunicação, Educação Física e de outras áreas.; jornalistas esportivos; docentes da Rede Básica de Educação (pública e privada); estudantes de Ensino Médio; interessados(as) por esporte no geral.

Investimento: R$ 120,00 (integral) e R$ 60,00 (para estudantes, docentes da rede básica, pessoas vinculadas a coletivos antirracistas, negros, negras, indígenas e quilombolas).

Formato: aulas transmitidas ao vivo (plataforma Google Meet)

Entrega de Certificado Ludopédio.

Email para contato: [email protected] 

Faça já sua inscrição:

Para pagamento, acesse a página do Ludopédio Educa 

Formulário de inscrição: clique aqui

 

Valores

Valor integral: R$120,00
– Para profissionais e pesquisadores(as) de diversas áreas (Humanidades, Comunicação, Educação Física), e demais interessados(as).

Valor reduzido (50%): R$60,00
– Pessoas vinculadas a coletivos antirracistas
– Participantes autodeclarados negros, negras, indígenas e quilombolas.
– Para estudantes de Ensino Médio, Graduação e Pós-graduação  e docentes da Rede de Educação Básica (privada e pública)
No momento da inscrição, anexar comprovante (carteirinha, registro) de estudante ou docente. 

Política de cancelamento

– Se o cancelamento ocorrer até 5 dias antes da data de início do curso, o Ludopédio restitui o valor integral da inscrição.
– Se o cancelamento ocorrer menos de 5 dias antes da data de início do curso, o Ludopédio restitui 50% do valor da inscrição.
– Se o cancelamento ocorrer na data de início do curso ou depois, não há restituição.

Outras informações

– Curso online em tempo real na plataforma Google Meet. O link de acesso será enviado no dia anterior à aula e a sala abrirá com 10 minutos de antecedência.
– O programa completo, as referências bibliográficas e o material complementar serão enviados por e-mail para inscritas(os) confirmadas(os) e compartilhados por meio do Google Drive. 
– Cada estudante receberá do Ludopédio o Certificado do curso.
– Não serão aceitas falas e posturas de intolerância racial, sexual e de gênero. 

Ministrantes:

Marcelo Medeiros Carvalho
Idealizador e Diretor executivo do Observatório da Discriminação Racial no Futebol. MBA em Gestão Empresarial pela Faculdade de Desenvolvimento do Rio Grande do Sul – FADERGS (2015), graduado em Administração de Empresas também pela FADERGS (2015). Curso de Extensão em Gestão Esportiva pela Universidade de Santa Cruz do Sul – UNISC. Estudioso da questão étnico racial, com formação no curso “Cidadania e Reconstrução da Identidade Étnico-Racial”, da Universidade Livre, uma realização do Centro Ecumênico da Cultura Negra (CECUNE). Publicou textos sobre o racismo no futebol em diversos jornais, revistas e sites nacionais e internacionais.

Roberta Pereira da Silva
Mestre em Serviço Social pelo Programa de Pós Graduação em Serviço Social – PUC SP. Graduação em SERVIÇO SOCIAL pela Universidade Cruzeiro do Sul (2002), pesquisa com ênfase no futebol de várzea e o racismo no futebol. Atuou na atenção e defesa de crianças e adolescentes em conflito com a lei e em situação de risco, no Centro de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente – CEDECA SAPOPEMBA. Implementação e coordenação do CREAS Ferraz de Vasconcelos. Coordenação de Projetos de Prevenção às DST/HIV/AIDS voltados ás crianças e adolescentes e homens que fazem sexo com homens no CTA Cidade Tiradentes e no SAE Cidade Líder. Assistente Social do Instituto Nacional do Seguro Social. Membro da equipe de formação do Observatório da Discriminação Racial no Futebol.

Marina de Mattos Dantas
Psicóloga (CRP 04/28.914). Doutora em Ciências Sociais pela PUC-SP (com estágio pós-doutoral em Estudos do Lazer na UFMG) e mestre em Psicologia Social pela UERJ. Professora substituta no Departamento de Fundamentos da Educação na Universidade Federal do Piauí e no Instituto de Educação Continuada da PUC Minas. Pesquisadora no Grupo de Estudos sobre Futebol e Torcidas (GEFuT/UFMG) e no Grupo de Estudos e Pesquisas em Psicologia Social do Esporte (GEPSE/UFMG). Produtora  no Programa Óbvio Ululante na Rádio UFMG Educativa.

Marcel Diego Tonini
Graduado em Ciências Sociais pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP – Campus de Araraquara), é mestre e doutor em História Social pela Universidade de São Paulo. Integra o Núcleo de Estudos em História Oral (NEHO-USP) e o Núcleo Interdisciplinar de Pesquisas sobre Futebol e Modalidades Lúdicas (LUDENS-USP). É membro do site Ludopédio (www.ludopedio.org.br).

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Racismo e Saúde Mental no futebol

Saúde mental

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O tópico da saúde mental de atletas é um tabu no meio futebolístico. Muitas vezes, clubes não se interessam em cuidar da formação emocional de jogadores e os próprios treinadores acabam assumindo também um papel improvisado de “psicólogos”. Em um ano em que a luta antirracista se destaca na modalidade, como o racismo afeta a saúde mental destes jogadores?

Na estreia das novas apresentadoras Roberta Pereira, Natália Silva e Júlia Belas, o programa #PorOutroFutebol traz as especialistas Bárbara Parra, assistente social das categorias de base do Palmeiras, e Fernanda Lima, psicóloga, para pensar em soluções e abordar este tema ainda tão pouco discutido.

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Integração e práticas de resistências de negros no futebol brasileiro (EP02)

Neste episódio discutimos como foi o processo de construção de uma estrutura racista e elitista do futebol brasileiro na passagem do século XIX para o século XX, enquanto uma prática de distinção social. Analisamos os muitos mecanismos de exclusão criados para afastar pessoas e grupos considerados indesejáveis, com a intenção de segregar também racialmente.

Retomamos também as ligas e competições que marcaram o embate entre amadorismo e profissionalismo, bem como a várias práticas de resistência de atletas negros que se tornaram referências para a construção do “país do futebol”, com destaque para Leônidas da Silva. Tudo dentro de um contexto marcado fortemente por narrativas de cronistas e intelectuais que procuravam falar do Brasil por meio do futebol, seja por meio de uma ilusória democracia racial ou através do que ficou conhecido como um “complexo de vira-latas” que só viria a ser remediado pelas vitórias em mundiais. Nesse período, o surgimento da figura de Pelé traz novas reflexões para a discussão sobre racismo no futebol.

Produção: Equipe Ludopédio (Marcel Diego ToniniEnrico SpaggiariMarco Antunes e Sérgio Settani Giglio)
Roteiro: Equipe Ludopédio (Marcel Diego Tonini e Enrico Spaggiari)
Narração: Marco Antunes e Roberta Pereira da Silva 
Edição final: Rui Barossi
Entrevistadas(os): Fatima Antunes e Denaldo Souza
Apoio: FARE

Entrevistadas(os): Diana Mendes da Silva, Fatima Antunes, João Manuel Casquinha Malaia dos Santos e José Paulo Florenzano.

Áudios de jogadores: Domingos da Guia e Leônidas da Silva.

Músicas utilizadas: “O bonde de São Januário”, de Wilson Batista e Ataulfo Alves (1937); “Diamante Negro”, por Vocalistas Tropicais (1950); “A taça do mundo é nossa”, por Coral do Caneco (1958).

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