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Workshop: “Lutando contra a homofobia no futebol, nos esportes e na vida”

Este workshop convida a todos e todas estudantes da UNICAMP, bem como profissionais de Educação Física e Esporte e pessoas da comunidade local, para participarem de debates críticos e reflexivos sobre homofobia (e outras fobias correlatas), que afetam as arenas esportivas. Se você é estudante, atleta, treinador/a técnico/a, alguém que trabalha com esportes e educação física ou está sensibilizado/a pela temática, venha participar deste workshop e nos ajudar a construir um mundo menos discriminatório, no esporte e na vida.

Organização:
Prof. Dr. Sérgio Settani Giglio (FEF/UNICAMP)
Prof. Dr. Wagner Xavier de Camargo (UFSCar)


Dia 1
5 de outubro
Misoginia e lesbofobia nos esportes de mulheres

Programação

9:00 – Apresentação

9:10 – 9:40 – Trabalhando em pares

Coffee Break: 30 min.

10:20 – 11:20 – “Privilégio heterossexual e a sociedade normativa”

11:20 – 12:10 – “Do meu ponto de vista” (em grupos pelas cores dos cartões)

Almoço: 1h 30min – 2 horas

14:10 – 15:10 – “Speak out & loud (fale alto e claro): misoginia e lesbofobia nos esportes”

Convidada: Marina Carvalho Claro

Debate ao final da fala (com perguntas)

16:00 – Coffee Break (30 min.)

16:30 – 17:30 – “Ações de combate à misoginia e lesbofobia no esporte”

Encerramento com falas aleatórias: 10 – 20 min.

 

Leia a reportagem Homofobia no esporte é tema de série de oficinas na Faculdade de Educação Física publicada pela Unicamp.


Ações afirmativas do Workshop sobre Misoginia e Lesbofobia – 05.10.2018

Sugestões dos grupos

Grupo 1

  • Ações educativas: debates, conversas, pesquisas, etc.
  • Representatividade: “sair do armário” no campo esportivo
  • Comissões acolhedoras: ex ARU e LEU
  • Incentivo às modalidades femininas: inclusão de treinadoras, gestoras, técnicas
  • Repensar regras dos campeonatos no sentido de incluir mulheres esportistas

 

Grupo 2

  • Combater discursos misóginos e lesbofóbicos onde estamos inseridos
  • Promover espaços de discussões e de ações práticas
  • Proporcionar ambiente acolhedor e seguro
  • Promover a prática de esportes com equipes mistas
  • Representatividade nas lideranças
  • Intervenções a partir do reconhecimento do grupo

 

Grupo 3

  • Publicizar e dar visibilidade ao esporte de mulheres
  • Não tomar os padrões do esporte masculino como “o correto”
  • Derrubar as regras de separação de vestimentas
  • Estimular a inserção e a permanência de mulheres nas estruturas de gerência do esporte

 

Grupo 4

  • Reconfiguração das organizações
  • Isonomia salarial e/ou prêmio
  • Formação acadêmica
  • Visibilidade e segurança
  • Políticas educacionais

Fotos


Dia 2
9 de novembro
Homofobia e Esportes

Programação

9:00 – Boas-vindas

9:10 – 9:50 – Input temático: sexualidade e orientação sexual

Coffee Break para interação

10:20 – 11:00 – Falando sobre homofobia nos esportes

11:25 – 12:20 – Debatendo em pequenos grupos

Almoço: 1h 30min – 2 horas

14:00 – 15:00 – “Speak out & loud (fale alto e claro): depoimentos e relatos de homofobia nos esportes, mesclados com narrativa sobre de pesquisa nos Gay Games

16:00 – Coffee Break

16:30 – 17:30 – “Ações de combate à homofobia nos esportes e na vida”

Encerramento com falas aleatórias


Ações afirmativas do Workshop sobre homofobia – 09.11.2018

Sugestões dos grupos

Grupo 1

  • Combate à opressão, independente da presença do oprimido;
  • Formação de coletivos universitários para discutir homofobia e formas de discriminação ou censura no ambiente do campus;
  • Conversas livres ou rodas de conversas no ambiente universitário sobre “coming out”, sexualidade não heteronormativa, homofobia;
  • Incentivar a “saída do armário” como forma de minimizar reprodução do conceito de heteronormatividade.

 

Grupo 2

  • Promover a visibilização de corpos não normativos de forma a combater a ideia de normalidade e heteronormatividade;
  • Incentivar representatividade de “minorias” no ambiente universitário, principalmente às ligadas à sexualidade;
  • Apoiar uma política de “saída do armário” que gere visibilidade de pessoas homo-orientadas;
  • Representatividade homonormativa em lideranças universitárias
  • Sugerir a discussão contra a homofobia e sua criminalização no programa de educação continuada e em todos os níveis;
  • Propor uma “intervenção” direta e indireta sobre o assunto quando aparecerem casos de homofobia e discriminação por sexo/gênero.

Fotos


Dia 3
23 de novembro
Transgeneridade e Esportes

Programação

14:00 – 14:25 – Atividade: “Ande com meus sapatos”

14:30 – 15:30 – “Speak out & loud (fale alto e claro):

transfobia institucionalizada e invisibilizada no campo esportivo”

Convidada: Niara Aun Kryvcun

16:00 – Coffee Break (30 min.)

16:30 – 18:00 – Dos preconceitos instituídos contra transgêneros nos esportes

Entendendo como a sociedade brasileira trabalha em relação aos preconceitos em relação ao sexo biológico e aos gêneros instituídos. E quem não se “enquadra”? Como se dá essa situação nos esportes? (sensibilização sobre transgeneridade)

  • Caso Tifanny Abreu
  • Trabalho em grupo

Mote: Há vantagens esportivas instituídas nos corpos trans?

  • Aprofundando a situação no esporte
  • Histórico da realidade de pessoas transgênero no campo esportivo

Encerramento

Fotos

 

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Grupo de Estudos e Pesquisas em Esporte e Humanidades (GEPEH)

logo_GEPEH

O Grupo de Estudos e Pesquisas em Esporte e Humanidades possui duas grandes linhas de pesquisa, sendo uma delas centralizada nos Esportes Coletivos e a segunda na Memória, Esporte e Cultura. Na linha de pesquisa Esportes Coletivos tem por objetivo investigar métodos de ensino dos esportes coletivos e relacionar teoria e prática no ensino das modalidades esportivas; e a linha de pesquisa Memória, Esporte e Cultura tem por objetivo investigar o Esporte a partir de sua interface com as Ciências Humanas, especialmente, a partir do referencial da História e da Antropologia.

O GEPEH é coordenado pelo professor Dr. Sérgio Settani Giglio que é docente na FEF desde 2014. Também integra o MARGEM: Laboratório de Pesquisa em Educação Física e Humanidades da UNICAMP e o LUDENS: Núcleo Interdisciplinar de Estudos sobre Futebol e Modalidades Lúdicas da USP.

O grupo implantou em 2015 o projeto de extensão Escola de Esportes Coletivos na FEF e vem atendendo o público interno e externo à universidade desde então.  Atualmente fazem parte do grupo de estudos alunos da graduação e da pós-graduação, além de outros colaboradores sem vínculo com a UNICAMP.

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O direito à cidade nos estádios de futebol

Palestra do professor Dr. Gilmar Mascarenhas (UERJ), organizada pelo Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Esporte e Humanidades (GEPEH) da UNICAMP, com apoio do Ludopédio.

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Assista a palestra na íntegra:

Veja as fotos do evento:

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Jogos Olímpicos em debate: um olhar das Ciências Humanas

Data e horário

Início: 8 de outubro de 2015 – 08:30

Encerramento: 8 de outubro de 2015 – 17:00

Localização

Auditório da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp

Campinas / SP

Rua Tessália Vieira de Camargo, 126

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Grupo Interdisciplinar de Estudos sobre Futebol (GIEF)

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No segundo semestre de 2005, no departamento de História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, foi ministrada, no curso de Pós-Graduação em História Social, em sua terceira edição, a disciplina “História Sociocultural do Futebol”, pelos Professores Doutores Flávio de Campos e Hilário Franco Júnior. Naquela ocasião, reuniram-se alunos de diversas áreas do conhecimento, com diferentes abordagens teórico-conceituais sobre o futebol. Na avaliação final do curso, surgiu a ideia de constituir um Grupo Interdisciplinar de Estudos sobre Futebol (GIEF), para que pesquisadores, estudantes e interessados continuassem a debater e descobrir novas perspectivas analíticas sobre o tema.

O grupo iniciou seus trabalhos em março de 2006 e já desenvolveu várias frentes de trabalho, a destacar: participação em Seminários e Congressos e organização de eventos similares; realização de entrevistas com profissionais da área futebolística e com pesquisadores interessados no tema, desenvolvimento de pesquisas acadêmicas em algumas das principais Universidades do Estado de São Paulo. Com isso buscam-se a possível criação de núcleos de pesquisa nestas Universidades, a constituição de um grupo virtual para discussões e sugestões bibliográficas, bem como a produção de artigos sobre as atividades do grupo.

No final de 2014, o GIEF cessou suas atividades.