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Saiotes em campo: uma história das mulheres nos gramados norte-mineiros

Andréia Luciana Ribeiro de Freitas 9 de novembro de 2023

Elas estavam presentes no gramado, com seus saiotes e as chuteiras meio improvisadas. A prática do futebol feminino foi abraçada pela população montes-clarense. Apesar de todo o discurso de interdição e fragilidade dos corpos femininos, as mulheres montes-clarenses entravam em campo. Pretendemos, neste escrito, contar uma história das mulheres montes-clarenses no futebol, abordando o período entre o final da década de 1970 e início da década de 1980. Utilizamos como fontes notícias publicadas no Jornal de Montes Claros (JMC) e a narrativa de Gláucia Eliana Rodrigues que jogava futebol pelo time Ateneu.

Os jornais integram a vida cotidiana das pessoas, o que permite, ao(à) pesquisador(a), captar as práticas sociais, os costumes e o folclore da sociedade, além dos interesses de determinados grupos (Capelato, 1998). O uso do JMC, como fonte de pesquisa, permitiu constatarmos os espaços e os eventos que envolviam a prática do futebol de campo feminino que se efetuavam na cidade de Montes Claros, no final da década de 1970 e no início da década de 1980.

Além disso, o jornal possibilitou identificarmos mulheres que participavam dos eventos esportivos, seja como atletas, técnicas, organizadoras, professoras, etc. Foram identificadas, por meio das notícias veiculadas pelo JMC, 32 jogadoras de futebol de campo em Montes Claros. A maioria das jogadoras atuavam nos times das fábricas da cidade e também compunham o plantel feminino dos dois maiores times da cidade: Cassimiro e Ateneu. A narrativa da ex-atleta do clube Ateneu, Gláucia Eliana Rodrigues, que iniciou no futebol em 1979, aos 14 anos de idade. Nos permitiu retratar e entender o âmbito da prática do futebol feminino na cidade de Montes Claros.

Montes Claros
Fonte: Wikipédia

Montes Claros contexto social, estrutural e cultural

Montes Claros é um município brasileiro, situado na região norte do estado de Minas Gerais, localizado a cerca de 422 km da capital mineira, Belo Horizonte. A base econômica de Montes Claros, na década de 1960, era sustentada pela agropecuária e por atividades mercantis. A partir da década de 1970, com o advento da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (SUDENE), deu-se início, no Norte de Minas, à chamada “era da industrialização”, período no qual se verificou um incremento das atividades industriais em detrimento das atividades do setor agropecuário, ao haver a implantação de bens e serviços, como a Companhia de Energia de Minas Gerais (CEMIG) e Telecomunicações de Minas Gerais S/A (TELEMIG), implantadas, em Montes Claros, por meio de recursos da SUDENE. Tais companhias garantiram a distribuição de energia e desenvolvimento dos meios de comunicação, fatos importantes para apoiar as atividades do setor industrial (Gomes, 2007).

A melhora da estrutura urbana modifica o fluxo intrarregional de pessoas, capital e tecnologia, principalmente depois da melhoria do sistema de transporte rodoviário, concretizada em 1972, com a pavimentação asfáltica da estrada que liga Montes Claros a Belo Horizonte (BR-135) (Gomes, 2007). Este fato torna Montes Claros a principal cidade do Norte de Minas, porque atende os serviços locais e as novas necessidades advindas do enorme número de imigrantes vindos das cidades vizinhas. O comércio, em Montes Claros, portanto, ampliou-se e adaptou-se às novas demandas (Durães, 2011).

As modificações advindas do processo de industrialização e urbanização, insere em Montes Claros ideais de modernidade que passam a refletir no comportamento da população, proporcionado modificação e incorporação de novos hábitos, em relação a diversas áreas da vida cotidiana. Dentre estes novos costumes, a necessidade de lazer no tempo disponível. O futebol de campo era uma das atividades que movimentava a cidade, as torcidas dos times do Ateneu e do Cassimiro eram acaloradas.

Devemos salientar que apesar de uma história de interdições e normativas que proibiam as práticas esportivas de certas modalidades, dentre elas o futebol de campo, as mulheres adentraram nestas práticas. Os esportes seduziam e desafiavam muitas mulheres que, indiferentes às convenções morais e sociais, aderiam à sua prática, independentemente do discurso hegemônico da interdição (Netto, 1933).

No Brasil, uma história institucional do esporte teve início em 1937, quando foi criada a Divisão de Educação Física do Ministério da Educação e Cultura e, vinculado a este, em 1941, o Conselho Nacional de Desportos (CND). Em 14 de abril de 1941, o Decreto-Lei n°3.199, que regulamentava o desporto, no país, contendo, em seu Artigo 54º: “Às mulheres não se permitirá a prática de desportos incompatíveis com as condições de sua natureza”. Este Decreto foi reforçado pelo CND em 1965, quando estabeleceu regras para a participação feminina nos esportes e, por meio da Deliberação n° 7, estipulou que: “Não é permitida a prática de lutas de qualquer natureza, futebol, futebol de salão, futebol de praia, polo, halterofilismo e basebol” (Mourão, 2003).

Em 1975, o CND atualiza o Decreto-Lei n°3.199/41, pela Lei n° 6.251 que, em seu Artigo 2º, ratifica as regras já pré-estabelecidas. Mesmo que esse documento, e outros criados posteriormente, se tornassem oficiais, é pertinente dizer que a vida lhes escapa. As proibições são reflexos do sistema de controle, que posiciona as mulheres em condição inferior no desenvolvimento de habilidades atléticas que aplicariam, aos seus corpos, exigências extremas, prejudicando um dos seus papeis sociais a maternidade (Gleyse; Soares, 2008).

 O futebol feminino teve sua regulamentação, pelo CND, em 1983, a partir de quando passou a ser permitida a criação de ligas esportivas e campeonatos, além de regras específicas para a modalidade feminina, tais como: a diminuição do tempo do jogo, o tamanho do campo, o peso da bola, uso de protetores para os seios e as chuteiras, as quais não poderiam ter travas pontiagudas. Houve, também, a inclusão de uma regra diferente do futebol masculino, por meio da qual o ato de “matar” a bola no peito era considerado falta, equivalente à bola na mão.

Acreditamos que, em Montes Claros, a atuação das mulheres em vários espaços sociais e na prática de diversas modalidades esportivas, inclusive, o futebol de campo só foi possível mediante a ação aguerrida e postura insubmissa às regras patriarcais da sociedade, uma vez que os papeis sociais determinados pelo sexo não tinham limites tão rígidos nesta região. As mulheres norte-mineiras não tinham um comportamento tão submisso às regras de moralidade burguesa, pois este modelo não era “fixo, invariável e generalizado para todos os contextos históricos” (Maia, 2018, p.361).

Proibição do futebol feminino
Decreto-Lei foi publicado em 14 de abril de 1941, no governo Getúlio Vargas FOTO: Divulgação/Museu do Futebol

Elas, as boas de bola: práticas e resistências no futebol norte-mineiro

A prática do futebol feminino, no estado de Minas Gerais, apresenta registros desde 1944, com o time Araguari Atlético Clube, cujas atividades em competições tiveram início em 1958 (Almeida, 2013; Telles, 2017). Já em Montes Claros, a primeira geração de mulheres que atuou nos clubes de futebol de campo está presente desde 1973, quando dois times da cidade se dispuseram a criar planteis de atletas femininas. Ainda neste mesmo ano, houve vários amistosos promovidos pelo Ateneu e Cassimiro. Esses eventos tinham caráter circense, de entreter, de chamar a atenção do público masculino para os estádios da cidade, aumentando a arrecadação dos clubes em jogos de futebol masculino. Fora dos clubes, o futebol de campo feminino era utilizado nas indústrias, em Montes Claros, como forma de lazer e atividade física para as funcionárias (JMC, 27 jan. 1981, p.5; JMC, 31 jan.1981, p.5; JMC, 04 fev. 1981, p. 5).

No estado de Minas Gerais, os amistosos e campeonatos femininos de futebol de campo ocorrem desde o final da década de 1960. As duas equipes femininas de futebol de Montes Claros foram convidadas a participarem do primeiro Campeonato Estadual de Futebol Feminino. Esse evento foi organizado pelo Panteras Futebol Clube, da cidade de Divinópolis. O evento, que contaria com 11 times de futebol feminino do estado, não tinha fins lucrativos, pois todas as despesas foram custeadas por uma grande empresa, com filiais em todo estado. As notícias do JMC não revelaram o nome da empresa.

O primeiro campeonato de futebol de campo feminino do estado de Minas Gerais foi realizado nos meses de maio e junho de 1981. Tendo, como objetivo divulgar e desenvolver a modalidade. “Isso porque o futebol feminino é notório em todo o Estado” (JMC, 10 mar. 1981, p.5). Tal evento desencadeou uma movimentação dos clubes de Montes Claros na preparação de suas atletas para o campeonato de nível estadual; de tal modo, ocorreram vários amistosos e apresentações dos times femininos, porém só o “Mais Querido”, apelido do clube cassimirense, confirmou a participação no evento (JMC, 07 fev. 1981, p. 5; JMC, 28 fev. 1981, p.5; JMC, 10 mar. 1981, p.05).  

O futebol feminino, em Montes Claros, foi abraçado pela população montes-clarense; isso era comprovado pela quantidade de reportagens produzidas sobre a modalidade. No entanto, tal visibilidade na prática do futebol feminino trouxe retaliações dos órgãos de controle, em reportagem intitulada: “CND proíbe a prática do futebol feminino” (JMC, 16 mai. 1981, p. 5). O CND faz uma notificação aos times de Montes Claros, pois equipes filiadas à instituição não poderiam manter equipes de futebol feminino, uma vez que essa prática era proibida por lei. Os clubes que descumprissem a determinação sofreriam punição. A prática do futebol estaria ligada à masculinização das mulheres, ao provocar um distanciamento de sua essência feminina, esta pautada em movimentos suaves e em emoções sob controle, pois o suor excessivo, os movimentos espetacularizados, o esforço vigoroso e os sentimentos transpõem os limites da imagem ideal de ser feminina (Goellner, 2005).

“Assim os dois times montes-clarenses viram-se obrigados a mudarem os nomes de seus times femininos” (JMC, 16 mar. 1981, p.5). O episódio supracitado mostra uma nítida relação de poder entre as instituições que regulam a prática esportiva e a sociedade. A imposição do CND fez com que os times repensassem a prática do futebol de campo pelas mulheres e a reorganizassem, segundo as regras de controle. Para isso, os times modificaram os nomes e fizeram novos uniformes, bem como refletiram sobre novas participações em eventos de grande repercussão. O Ateneu passou a chamar sua equipe feminina inicialmente de “Falcões Negros” e, posteriormente, de “João Rebello”. Já a equipe feminina do Cassimiro passou a ser chamada de “Galvões Azuis” (JMC, 25 jun, 1981, p.5).

 “Saiote, é a novidade que as cassimirenses vão mostrar na sexta-feira” (JMC, 25 mar. 1981, p. 5). O lançamento dos novos uniformes foi anunciado no jornal e acabou em jogo. Devemos salientar que, o uso do “saiote” era um chamariz; ou seja, remete à ideia de “corpos desnudos”, à sedução, ao poder da exposição do corpo feminino. Tal exposição é permitida, naquele contexto da partida de futebol, mas, o mesmo é vetado fora dos gramados. Segundo Foucault (2019), o paradoxo entre o permitido e o proibido, em relação ao sexo, à sexualidade e aos corpos, se faz presente no uso do poder e do discurso. 

Dessa forma, o poder sobre os corpos representa-se na aparência, no contorno dos corpos e na vestimenta, que nem sempre proporcionava um aumento na performance, mas revela a perfeição da imagem feminina que, em um primeiro momento, transparece a intensão e as significações sociais (Soares, 2011). As reportagens esportivas citam mais vezes os atletas homens, por suas habilidades atléticas, do que as mulheres, que recebem mais citações em relação à sua aparência física (Sousa; Knijnik, 2007). A espetacularização e sensualização dos corpos femininos provoca reflexos duais: opressor e empoderador, ao mesmo tempo em que divulga a participação feminina, expõe, comercializa as desportistas como produto (Tolvherd, 2013).

A ex-atleta do Ateneu, Gláucia Eliana Rodrigues (2021), coloca que em Montes Claros, o futebol de campo tinha lugar reservado no coração da população. Segundo ela, “quando entrava no campo, me transformava. Era uma alegria fantástica”. Apesar da aprovação da sociedade montes-clarense para a prática do futebol de campo pelas mulheres, havia muitos obstáculos no cotidiano da prática. As mulheres tinham dificuldade de transporte para os treinos, os horários estabelecidos pelos clubes e as condições estruturais do estádio. Além disto, muitas mulheres iam para os treinos, após as jornadas de trabalho. Tal situação revela as intersecções presentes nas trajetórias esportivas das mulheres montes-clarenses.

Considerações finais

Uma história do esporte, ao ter como sujeito as mulheres, aponta para um protagonismo secundarizado em virtude do projeto político de um esporte dominado pelos homens. Já em Montes Claros, estudos a partir de uma perspectiva histórica, e que tenham como foco as mulheres no esporte, são quase inexistentes. Entendemos, assim, a necessidade de estudos e pesquisas que abordem, historicamente, o esporte como constructo social, que façam análises das questões de gênero, ao inferir sobre a presença feminina no âmbito regional e local, a fim de enaltecer as trajetórias das mulheres nas diversas modalidades esportivas.

As mulheres são e foram peças centrais, e não marginais, para criação da história dos esportes. Elas fizeram história mesmo invisibilizadas pelos registros, as mulheres resistiram e adentraram em campos inóspitos. A pretensão deste escrito foi chamar a atenção para a trajetórias de mulheres no futebol de campo montes-clarenses e, dar visibilidade a uma história não contada sobre elas, as boas de bola que driblaram os obstáculos para dominarem a bola com os pés.

Referências

ALMEIDA, Caroline Soares de. “Boas de bola”: um estudo sobre o ser jogadora de futebol no Esporte Clube Radar durante a década de 1980. (Dissertação de Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, PPGAS/ UFSC, 2013.

CAPELATO, Maria Helena Rolim. História da imprensa no Brasil. São Paulo: Contexto, 1998.

DURÃES, Geraldo Magela. O Associativismo Desportivo no Estado de Minas Gerais: Estudo das “Praças de Esportes” com ênfase na criação do Montes Claros Tênis Clube. Dissertação (Doutoramento) Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Orientador: Prof. Dr. António José Serôdio Fernandes, 2011.

FOUCAULT, Michel. História da sexualidade I: A vontade de saber. Rio de Janeiro/São Paulo: Paz e Terra, 9 ed, 2019.

GLEYSE, Jacques; SOARES, Carmem Lúcia. Os manuais escolares franceses de Educação Física, de Higiene e de Moral seriam sexistas? (1880-2004). Educ. Soc., Campinas, v. 29, n. 102, p. 137-156, 2008.

GOELLNER, Silvana Vilodre. Mulheres e esporte no Brasil: entre incentivos e interdições elas fazem história. Pensar a Prática, 8 (1), p. 85-100, 2005.

GOMES, Fernanda Silva. Discursos contemporâneos sobre Montes Claros: (re)estruturação urbana e novas articulações urbano-regionais. (Dissertação de Mestrado). Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Arquitetura, 2007.

JORNAL DE MONTES CLAROS, Montes Claros, p. 5, 27 jan. 1981

JORNAL DE MONTES CLAROS, Montes Claros, p. 5, 31 jan. 1981

JORNAL DE MONTES CLAROS, Montes Claros, p. 5, 04 fev. 1981

JORNAL DE MONTES CLAROS, Montes Claros, p. 5, 07 fev. 1981

JORNAL DE MONTES CLAROS, Montes Claros, p. 5, 28 fev. 1981

JORNAL DE MONTES CLAROS, Montes Claros, p. 5, 10 mar. 1981

JORNAL DE MONTES CLAROS, Montes Claros, p. 5, 16 mar. 1981

JORNAL DE MONTES CLAROS, Montes Claros, p. 5, 25 mar. 1981

JORNAL DE MONTES CLAROS, Montes Claros, p. 5, 16 mai. 1981

JORNAL DE MONTES CLAROS, Montes Claros, p. 5, 25 jun. 1981

MAIA, Cláudia de Jesus. Bravas e insubmissas: mulheres e gênero na literatura memorialista do sertão norte-mineiro. Tempo e Argumento, Florianópolis, v. 10, n. 25, p. 358 – 384, jul./set. 2018.

MOURÃO, Ludmila Gênero e educação: teoria e política. In: LOURO, Guacira; NECKEL, Jane; GOELLNER, Silvana V. (Org.). Corpo, gênero e sexualidade: um debate contemporâneo em educação. Petrópolis: Vozes, 2003.

NETTO, Américo R.. Esporte libertador da mulher. Revista Educação Physica, n. 10, p. 23-24 e 92, jun.1933.

RODRIGUES, Gláucia Eliana. (entrevista concedida) Entrevistadora: Andréia Luciana Ribeiros de Freitas, 18 ago. 2021, Montes Claros/MG, entrevista gravada via Google Meet, CEMESP-UNIMONTES, 20’, 2021.

SOARES, Carmem Lúcia. As roupas nas práticas corporais e esportivas: a educação do corpo entre o conforto, elegância e eficiência (1920-1940). Campinas, São Paulo: Autores Associados, 2011.

SOUZA, Juliana Sturmer Soares; KNIJNIK, Jorge Dorfman. A mulher invisível: gênero e esporte em um dos maiores jornais diários do Brasil. Revista Brasileira de Educação Física e Esportes; 21(1): 35-48, jan.-mar. 2007.

TELLES, Gabriella Pereira. País do Futebol… Feminino? A (In)Visibilidade das Mulheres Quando Nas Linhas. Rio de Janeiro, 2017. Monografia (Graduação em Comunicação Social/ Jornalismo) – Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, Escola de Comunicação, 2017.

TOLVHED, Helena. Sex Dilemmas, Amazons and Cyborgs: Feminist Cultural Studies and Sport. Culture Unbound. Journal of Current Cultural Research. Volume 5, 2013: pp. 273–289. Acesso 22 de Abril de 2020.

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Como citar

FREITAS, Andréia Luciana Ribeiro de. Saiotes em campo: uma história das mulheres nos gramados norte-mineiros. Ludopédio, São Paulo, v. 173, n. 9, 2023.
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