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Futebol como ópio do povo ou ferramenta de oposição política?: O grande dilema da oposição à Ditadura Militar (1964-1985)

Pedro Luís Macedo Dalcol 27 de março de 2024

Era 21 de junho de 1970, 107 mil pessoas acompanhavam diretamente do Estádio Azteca, na Cidade do México, a tão aguardada final da Copa do Mundo protagonizada por duas seleções bicampeãs do mundo, a Itália que já havia levantado a taça em 1934 e 1938 e o Brasil, que vencera as edições de 1958 e 1962. O mundo esperava atentamente descobrir quem seria a primeira seleção tricampeã mundial, título que resultaria na posse definitiva da taça Jules Rimet, prometida pela Federação Internacional de Futebol (FIFA) à primeira equipe a conquistá-la três vezes.

Enquanto isso, distante da capital mexicana, a população brasileira se encontrava grudada aos aparelhos de rádio e aos televisores que pela primeira vez, através de uma cadeia de transmissão que unia os canais Tupi, Rede Globo, Record e Bandeirantes (BBC, 2020),1 transmitiam os jogos da seleção ao vivo, levando a final para a casa de milhões de brasileiros.

Aos 41 minutos do segundo tempo, Clodoaldo dribla quatro italianos no campo de defesa, para o delírio do narrador Fernando Solera que diz: “Olha aí o show! É dessa maneira que se ganha a Copa”. Clodoaldo toca para Rivelino, que aciona Jairzinho, que por sua vez, entrega a bola para Pelé. De costas para o gol e de frente para o Rei, Tostão estendeu o braço esquerdo apontando para a chegada de Carlos Alberto, que soltou uma bomba: “O melhor futebol do mundo no barbante deles! Acabou a Copa”, decretou Solera ao som da famosa marchinha “pra frente Brasil”.

Fonte: CBF

Nesse momento, à uma distância de cerca de sete mil quilómetros do estádio da capital, Cidade do México, um grupo também acompanhava a conquista brasileira:

 

RIBA

(Vibra.) Gol!

TÂNIA

Gol de quem?

RIBA

Do Brasil! Carlos Alberto. E é o quarto! Quatro a um Brasil!

CARLÃO

(Irritado.) Desliga essa merda!

A gente sequestra o Embaixador americano, faz o mundo inteiro se voltar para essa bosta de país, e o país, 90 milhões de pessoas grudadas nos rádios e nas televisões, acompanhando o futebol. Porra, será que esse povo merece o que tamos fazendo por ele? Tou arriscando a minha vida por um povo alienado, que só pensa em futebol. Puta que pariu!

TÂNIA

O povo não tem culpa.                               

RIBA

E não tem nada uma coisa com a outra. Eu não sou alienado e gosto de futebol. Sei que os milicos vão capitalizar essa vitória, mas não consigo deixar de vibrar.

CARLÃO

Porque você é um pequeno-burguês de merda.

O trecho retirado da peça Campeões do Mundo, de Dias Gomes, publicada em 1979, narra a história de um grupo de opositores que sequestram, às vésperas da final da Copa do Mundo, um embaixador americano como forma de exigir a liberação de presos políticos.

A peça tem como foco discutir de que forma o futebol simbolizou um grande dilema na oposição à Ditadura Militar. Nessa discussão, acima apresentada, membros desse grupo de militantes do Partido Comunista Brasileiro (PCB), na época atuando exclusivamente de forma clandestina, debatem sobre o direito ou não da oposição em torcer para a seleção brasileira. Tal debate, não se limitou à ficção e foi um importante dilema na esquerda brasileira na época do regime.

Esse debate surge em um contexto onde os militares investiam fortemente no uso do futebol como uma forma de se aproximar do povo brasileiro. Com a chegada da Copa do Mundo de 1970, o governo passa a se apropriar do esporte, tanto em sua propaganda, quanto interferindo diretamente na administração da Seleção Brasileira e da Confederação Brasileira de Desportos (CBD).

Um dos casos mais notórios foi a demissão do técnico João Saldanha, que treinou a seleção durante as eliminatórias para a Copa do Mundo em 1969. Embora o próprio presidente da CBD à época, João Havelange, tenha dito que a decisão ocorreu pelo temperamento do treinador e de que não teria ocorrido nenhum motivo político, Saldanha afirmaria ter sido demitido pela sua vinculação com o Partido Comunista Brasileiro e por não ter acatado as interferências que o presidente Emílio Garrastazu Médici queria implementar na seleção, em especial, o pedido para que certos jogadores escolhidos pelo presidente fossem convocados. Em entrevista à RBS, filiada da Rede Globo em Porto Alegre, Saldanha disse: “Eu e o presidente, ou o presidente e eu, temos muitas coisas em comum. Somos gaúchos, somos gremistas, gostamos de futebol, e nem eu escalo seu Ministério, nem o presidente escala o time.” 

A demissão de Saldanha é rodeada de polêmicas e até hoje é debatida. Muitos argumentam do caráter político dessa decisão, contudo diversas outras questões aparecem no debate como o suposto comportamento agressivo do treinador e diversas falas polêmicas do mesmo como, por exemplo, quando disse que Pelé estaria com problemas na visão, ocasião que levou o técnico a escrever uma carta aberta na revista placar onde comentava sobre como o médico da seleção Lídio Toledo havia escondido uma suposta miopia de Pelé, além de se omitir em relação ao corte de alguns jogadores do selecionado. Saldanha também escreve uma declaração a Médici, comentando a pressão que sofria para escalar o atleta Dário Maravilha a pedido do presidente:

Sr. Presidente da Republica, general Garrastazu Médici. O senhor é gaúcho, sabe que eu adoro gaúcho. O senhor é gremista, sabe que eu adoro o grêmio. Todo mundo diz que sou Botafogo. Não. Sou Botafogo no Rio de Janeiro, mas o meu clube – todo garoto, sabem, gosta mais do seu primeiro clube – é o Grêmio, que é também o seu clube. Então, nos temos essas coisas em comum. Eu conheço sua família, o senhor conhece a minha. Somos filhos daquelas famílias tradicionais, os gaúchos de quatrocentos ou quinhentos anos. O senhor é um torcedor apaixonado pelo futebol, isso é uma maravilha. O Brasil precisava havia muito de um presidente que gostasse de futebol, verdadeiramente, como o senhor gosta. O senhor é um homem de vestiário. Seu irmão foi um jogador muito bom. Então o senhor é gente do futebol. (Saldanha, 1970, p. 22-26).

João Saldanha
Foto: Wikipédia

Com tudo isso em jogo, a oposição entra no debate sobre o uso, ou a falta do uso, do futebol pelos militantes. Se os militares, notoriamente nossos inimigos, estão apropriando-se do futebol, poderíamos nós continuar torcendo e acompanhando os jogos, em especial da seleção brasileira? Juca Kfouri, jornalista esportivo que na época da Copa do Mundo de 1970 trabalhava na editora Abril e que chegou a ser preso em 1971 por conta de livros considerados “subversivos” terem sido encontrados em seu apartamento, relata que:

[Ver] a Copa do Mundo era se alienar, torcer pelo Brasil era reforçar a ditadura, e eu tinha uma luta enorme entre os meus colegas e de meus amigos, para mostrar que não, que a ditadura não era dona do futebol, que a ditadura não podia ser dona de nossos sentimento, que eu continuava me emocionando com o hino nacional, pois o hino nacional não era da ditadura, o hino nacional era do Brasil e que a gente não podia permitir que a ditadura nos roubasse até isso. (Bate Bola Memória FC, 2023)

Tal dilema, vale ressaltar, não se limita ao período da Ditadura Militar e está presente em um longo debate teórico sobre o papel do futebol na sociedade e suas relações econômicas e culturais, como argumenta o antropólogo Roberto DaMatta:

No caso do futebol e no caso da sociedade brasileira, postula-se frequentemente uma relação de mistificação entre os dois termos. O futebol é um ópio da sociedade brasileira, do mesmo modo que o domínio do econômico é sua base. Como se futebol e economia fossem realidades exógenas, que pudessem existir em isolamento da sociedade. Deste ângulo, o futebol é visto como um modo de desviar a atenção do povo brasileiro de outros problemas mais básicos. (DaMatta, 1982, p. 12-13)

O autor defende que o equívoco de encarar o futebol como uma forma de desviar a atenção do povo dos assuntos realmente importantes, pressupõe a separação do esporte em relação à sociedade, criando uma falsa dicotomia entre esses dois conceitos.

Além disso, para Jocimar Daolio, a concepção do futebol como “ópio do povo”, seria uma forma de desvalorizar a importância do futebol para a sociedade, diminuindo o esporte a algo desprovido de valor, algo que o autor vê como uma “visão utilitarista da sociologia”, evidenciando que esse debate não se resume ao campo historiográfico:

Essa visão foi difundida por alguns militantes de esquerda, com algum sucesso na época da campanha da seleção brasileira de futebol em busca do tricampeonato mundial no México, em 1970.  Como todos se lembram, o Brasil passava na época por um período de ditadura, repressão e censura; e consideravam algumas facções políticas, com alguma razão, que uma vitória brasileira seria utilizada pelos militares para divulgar o sistema político vigente, ocultando da grande massa os reais problemas existentes no país. Este fato pode, em alguma medida, ter acontecido, mas não é possível concluir daí que o “futebol é o ópio do povo”. Damatta et al. (1982) advertem que esse ponto de vista contribui para a compreensão do futebol como desvinculado da sociedade, ou seja, futebol e sociedade encontrar-se-iam em oposição, como se o primeiro fosse prejudicial ao segundo (Daolio, 2003, p. 158).

Daolio também reitera que o futebol é uma representação da sociedade brasileira como um todo, não podendo ser definido por um conceito homogêneo:

Com todas as contradições possíveis, o futebol brasileiro é uma forma de cidadania. Nesse sentido, ele não é bom nem mau, certo ou errado, expressão generosa do povo brasileiro ou seu ópio. Constitui-se numa forma do homem brasileiro expressar-se. É, portanto, dinâmico, por refletir a própria sociedade brasileira. (Daolio, 2000, p. 36).

Outros autores, como Reis e Escher (2006, p. 29), ainda dizem que tal visão do esporte, sendo um mero reprodutor do sistema capitalista, significaria dizer que ele atende, exclusivamente, aos interesses da classe dominante, retirando do esporte todo seu caráter popular e identitário.

Mesmo com essas críticas em relação a essa visão do futebol — como forma de distrair o povo dos problemas sociais vigentes na sociedade, temos exemplos na história de como isso aconteceu, o que não quer dizer, por outro lado, que esse é o único uso possível do esporte, como aborda Juca Kfouri:

Foi num campo de futebol que se abriu, pela primeira vez, na História, uma faixa pela anistia aos presos políticos brasileiros; foi no Morumbi, com cem mil pessoas, num jogo entre Corinthians e Santos. E por que, num campo de futebol com cem mil pessoas? Porque não dava para a polícia chegar lá em cima, e prender todo mundo; quando a polícia chegou, a faixa já havia desaparecido. Foi num campo de futebol, no Estádio Nacional de Santiago, na primeira partida depois que o estádio foi liberado, após servir de prisão por dois anos e meio, no Estádio onde morreram patriotas chilenos e brasileiros, que houve um apagão, a primeira manifestação por liberdade, durante a ditadura Pinochet. Quando as pessoas se deram conta, estava tudo apagado, e começou um canto: “libertad, libertad, libertad”. Havia sessenta mil pessoas no jogo entre o Universidad Católica e o Colocolo, e seria impossível colocar sessenta mil pessoas dentro de camburões (Kfouri, 2000, p. 61-62).

A ideia de relacionar o futebol ao conceito Marxista de “ópio do povo”é algo bem comum dentro do debate e da produção historiográfica sobre o esporte. Se na obra Marxista, o conceito surge para definir o papel da religião dentro da sociedade onde a mesma seria como uma forma de anestesiar o sofrimento do oprimido, nas palavras de Marx: “A religião é o suspiro da criatura oprimida, o coração do mundo sem coração e o espírito das condições sem espírito. Ela é o ópio do povo. (Marx, 1969)

Do outro lado, temos no futebol, como sugerem vários pensadores, a criação de um sentimento identitário, assim como a religião, dotado de seus próprios tiros e simbolismos. Para o historiador Eric Hobsbawm, por exemplo, o futebol vai de um passatempo para os trabalhadores em seu tempo livre, para uma espécie de “religião leiga”do proletariado de massa. O futebol rapidamente se torna, parafraseando Arrigo Sacchi, a mais importante coisa dentre as coisas menos importantes. 

Nesse contexto, a ideia de associar o futebol à uma espécie de ópio do povo, surge da ideia de que, através do esporte, se criaria uma distração dentro das camadas populares, desviando a atenção de problemas estruturais mais importantes. E, naturalmente, em uma situação onde uma ditadura militar estava vigente dentro da sociedade brasileira e, a partir do momento em que o próprio regime se aproveitou da paixão nacional pelo futebol em sua propaganda política, essa questão se tornou um grande fator a ser pensado.

Importante veículo para a oposição à Ditadura Militar, o jornal O Pasquim, evidencia esse dilema através de sua linha editorial durante o período em que a seleção brasileira disputou e conquistou o título da Copa do Mundo de 1970 no México, o que marcou o auge do uso do futebol pelos militares em sua propaganda.

Notório por sua influência e pela oposição ao regime através do humor, o semanário carioca, em um primeiro momento, apresentou diversas críticas às mudanças impostas pelos militares dentro da seleção e da CBD. A troca de Saldanha pelo técnico Mário Zagallo desagradou muito os integrantes do Pasquim, que fizeram duras críticas no semanário. Sérgio Cabral, por exemplo, criticou a convocação de Roberto, atacante do Botafogo no lugar de Tostão: “Gosto tanto do futebol do atacante Roberto que gostaria muito de vê-lo jogando no Vasco da Gama. Mas daí a colocá-lo no lugar de tostão, essa não, Zagalo. Tostão é um supercraque e Roberto é um bom atacante, esta é a diferença entre eles.”

pasquim
Fonte: O Pasquim, Rio de Janeiro, n. 41, p. 31, abr. 1970. Disponível em: http://memoria.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=124745&pagfis=803.

Outra crítica, essa com conotação política, pode ser vista  em um texto de  Pedro Ferreti, comentando sobre como a Copa do Mundo cegava o povo para problemas sociais mais importantes, trazendo à tona o dilema sobre o futebol como ópio do povo.

Fonte: O Pasquim, Rio de Janeiro, n. 42, p. 30, abr. 1970. Disponível em: http://memoria.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=124745&pagfis=809.

Olhem aqui, esse negócio de seleção já não está enchendo não? Por mim, já não aguento mais[…] afinal o jogo são 22 caras correndo atrás de uma bola. Conheço algumas coisas mais difíceis, mais importantes para o País e que, se vencidas, nos dariam algo mais do que uma taça e uma válvula de escape para uma massa popular mantida na mais absoluta ignorância das causas de miséria e atraso. (O Pasquim 42 de 10 a 17/04/70, p. 30)

Em entrevista realizada com o jogador Tostão antes da Copa do Mundo, os jornalistas não temem entrar em questões políticas em suas perguntas. Podemos citar, por exemplo, esse diálogo entre o jornalista Tarso de Castro e o jogador:

TARSO – Você é um ídolo nacional. Você acha que um ídolo tem necessidade de participação política, já que êle empolga uma multidão toda […] política no bom sentido, não essa besteira de UDN, política de participação na luta geral do homem, de liberdade, etc.

TOSTÃO – A pior coisa do ídolo é querer ser o que o povo é […] acho que a pessoa que é ouvida tem medo de dizer as suas idéias porque se êle der uma idéia diferente vai de encontro ao povo e isso vai diminuí-lo.

Tarso – E você tem medo de dizer as suas idéias?

TOSTÃO – Às vezes tenho realmente. Todo mundo, todo ser tem as suas ideias e convicções próprias e as vêzes o ídolo não pode dizer porque vai de encontro ao povo. […] Êle precisa conservar sempre a imagem do ídolo popular.

TARSO – Eu, por exemplo, morro de mêdo de dizer que sou democrata, você entende? Se você tivesse que se definir politicamente, você acha que o homem tem o direito de dizer o que quer, defender o pensamento que êle acredita que seja certo em qualquer situação?

TOSTÃO – Eu acho que sim, mas infelizmente ainda não podemos agora dizer o que queremos porque estamos privados de muita coisa. Eu acho que isso é um direito de todo o homem, está escrito na constituição, isso é lei. Mas infelizmente…

Durante o período que antecedeu o início do campeonato mundial, diversas críticas como essas aparecem nas edições do jornal. Contudo, a partir do momento em que a seleção brasileira começa sua campanha, é notória a mudança de tom em relação ao tema. A equipe do jornal, naturalmente, como apaixonados pelo esporte, se entregam as emoções causadas pela mais importante coisa dentre as coisas não importantes. 

Mesmo que ainda existam críticas sendo feitas, como por exemplo uma charge do cartunista Henfil que falava justamente sobre o debate entre a oposição sobre o uso ou não do futebol, essas críticas passam a se perder no meio da celebração. 

O Pasquim
Fonte: O Pasquim, Rio de Janeiro, n. 51, p. 11, jun. 1970. Disponível em: http://memoria.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=124745&pagfis=1035.

Ao fim da Copa do Mundo, assim como o resto do país, O Pasquim estava em festa. Um fato interessante é que, logo após a final, o jornalista Fausto Wolf escreve um texto intitulado “Forza (mas nem tanto) Itália”, no qual relata o dia que recebeu Millôr Fernandes (também membro do Pasquim) em sua casa, em Roma, no dia da final, texto esse que recebe pós-escrito de Fernandes pedindo aos colaboradores do jornal e que criticaram Zagallo e a Seleção se desculpassem publicamente:

PS: do Millôr Fernandes (O Millôr acha importante e desafia vocês a publicarem) – O mínimo que d´O PASQUIM pode fazer a partir deste momento é meter o galho dentro, numa autocrítica feroz, se não este jornal está ferrado. Batam no peito e digam mea culpa e comecem a fazer revisão de todas as besteiras que vocês todos, ou quase todos, disseram sobre o técnico Zagalo. Eu não quis dizer nada porque não sou entendido, mas o que li de besteiras foi uma grandeza. (O Pasquim número 53, de 25/06 a 01/07/70, p. 2)

No fim das contas, os jornalistas do semanário não saíram imunes do sentimento de pertencimento nacional proporcionado por uma conquista de Copa do Mundo, o que fica evidente no discurso do jornal após a conquista da seleção. E como bons apaixonados pelo futebol, poderíamos julgá-los?

Referências

BATE BOLA MEMÓRIA FC #10 – Futebol e Ditadura Militar. Disponível em: https://ludopedio.org.br/agenda-de-eventos/futebol-e-ditadura-militar/

DAMATTA, R. Esporte na sociedade: um ensaio sobre o futebol brasileiro. In: DA-MATTA, R. et al. Universo do futebol: esporte e sociedade brasileira. Rio de Janeiro: Pinakotheke, 1982.

DAOLIO, J. O drama do futebol brasileiro: uma análise socioantropológica. In: DAO-LIO, J. Cultura: Educação Física e futebol. 2. ed. Campinas: Editora da Unicamp, 2003.

KFOURI,  J.  O  futebol  entre  palcos  e  bastidores.  In:  CARRANO,  P.  C.  R.  (Org.). Futebol: paixão e política. Rio de Janeiro: DP&A, 2000.

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Como citar

DALCOL, Pedro Luís Macedo. Futebol como ópio do povo ou ferramenta de oposição política?: O grande dilema da oposição à Ditadura Militar (1964-1985). Ludopédio, São Paulo, v. 177, n. 27, 2024.
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